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Banco Central iguala limite do Pix ao das transferências eletrônicas

Valores máximos de movimentação continuarão definidos pelas instituições financeiras - Tiago Caldas/FotoArena/Estadão Conteúdo
Valores máximos de movimentação continuarão definidos pelas instituições financeiras Imagem: Tiago Caldas/FotoArena/Estadão Conteúdo

02/03/2021 10h23

Uma mudança promovida pelo Banco Central fará com que correntistas movimentem mais dinheiro via Pix, sistema de pagamentos que funciona 24 horas por dia: desde ontem, os limites máximos do Pix são iguais aos das TEDs (Transferências Eletrônicas Diretas).

Para compras, passará a valer o limite máximo do cartão de débito. Até agora, as instituições financeiras fixavam o teto de envio do Pix com base num percentual do limite diário e mensal para a TED ou para a compra no cartão de débito.

Os valores máximos de movimentação continuarão definidos pelas instituições financeiras, com base no horário, o dia da semana, o canal usado e a titularidade da conta, com o objetivo de garantir a segurança do usuário.

Segundo o Banco Central, o que mudou, de fato, foi a compatibilidade do limite com as quantias fixadas para a Transferência Eletrônica Direita na compra no débito.

Também de acordo com o Banco Central, a partir de 1º de abril os clientes poderão gerenciar os limites do Pix no próprio aplicativo da instituição financeira.

Atualmente, correntistas podem personalizar apenas os limites para a TED e o cartão de débito, procedimento que indiretamente define os limites das operações via Pix.

A qualquer momento, esclareceu o BC, o correntista pode pedir para mudar os limites atuais de movimentação. Se for para reduzir, a instituição financeira é obrigada a acatar o pedido instantaneamente. O aumento do limite fica a critério da instituição, após avaliação do perfil do cliente.