Louis Dreyfus e Amaggi vendem participação no Tegram, dizem fontes

Cristiane Lucchesi e Gerson Freitas Jr.

(Bloomberg) -- A Louis Dreyfus e a Amaggi Group, traders de commodities agrícolas, contrataram o HSBC Holdings para vender uma parte ou a totalidade da participação de 25 por cento dessas empresas no Porto do Itaqui, no Maranhão, disseram duas pessoas com conhecimento direto do assunto.

O processo de venda já está em curso, segundo as pessoas, que pediram anonimato porque as negociações são privadas. A Louis Dreyfus, com sede em Rotterdam, e a brasileira Amaggi detêm suas participações no terminal por meio de uma joint venture.

O Tegram dispõe da capacidade necessária para escoar as safras de soja, cujo maior exportador mundial é o Brasil. Além do consórcio Louis Dreyfus-Amaggi, os outros investidores no terminal são a Glencore e as empresas agrícolas brasileiras NovaAgri e Cantagalo General Grains.

Em 2011 os acionistas adquiriram a concessão para construir e operar uma das quatro partes do Tegram, o Terminal de Grãos do Maranhão. Desde então as empresas investiram R$ 600 milhões (US$ 170 milhões) na instalação com capacidade para 5 milhões de toneladas por ano de soja e milho. Elas pretendem investir mais R$ 130 milhões.

Os porta-vozes da Louis Dreyfus e do HSBC não quiseram comentar. Um porta-voz da Amaggi não respondeu às mensagens em busca de comentários.

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