Gamers aguardam com ansiedade novidades dos jogos eletrônicos em 2016

Violeta Molina Gallardo.

Redação Central, 7 jan (EFE).- Os fãs de jogos eletrônicos estão ansiosos pelas novidades prometidas para 2016: a realidade virtual chegará com o desejo de dominar o mercado, serão lançadas as esperadas superproduções como "Uncharted" e "Quantum Break", além de "The Last Guardian" e "No Man's Sky", duas das grandes promessas entre os games independentes.

A realidade virtual terá uma prova de fogo em 2016. Após um longo período de desenvolvimento, a tecnologia terá que convencer aos gamers de que vale a pena colocar um capacete - ou óculos - na cabeça e se isolar do mundo para aproveitar a experiência disruptiva.

Facebook, Sony e HTC colocarão no mercado os dispositivos Oculus Rift, Playstation VR e Vive, respectivamente, mas até agora os preços são uma incógnita. Também não se sabe exatamente quando eles serão lançados e que tipos de conteúdo oferecerão inicialmente, um item que é considerado essencial para a evolução dessa tecnologia.

O ano de 2016 também terá os primeiros sinais do NX, o futuro console da Nintendo. A companhia japonesa apresentará os detalhes de sua nova aposta em hardware, com a qual tentará renascer após o grande fracasso do Wii U. Resta ainda saber se o NX começará a ser vendido neste ano ou somente em 2017.

Outra novidade da Nintendo será sua entrada nos dispositivos móveis, depois de uma longa resistência em produzir jogos para smartphones e tablets. O primeiro jogo da companhia japonesa para a plataforma, o "Miitomo", deve ser lançado em março.

As sagas seguirão alimentando seus legados em 2016, algo que não é exclusivo do ano que acaba de começar. Os "gamers" esperam com grande ansiedade os novos "Uncharted 4: A Thief's End", "Mirror's Edge Catalyst", "Mass Effect: Andromeda", "Tom Clancy's: The Division", "The Legend of Zelda Wii U" e "Dishoroned 2".

Mas 2016 também é um ano de grandes estreias. "Quantum Break", que mistura ação, drama e controle do tempo; "Battleborn", um jogo de tiro em primeira pessoa protagonizado por "heróis barra-pesada"; e "Horizon: Zero Dawn", a história de uma heroína que enfrenta uma série de dinossauros robotizados em um entorno de cidades em ruínas, reconquistadas pela natureza.

Forte há anos no mundo dos games, os jogos independentes seguem firmes neste ano. As grandes companhias se aliaram com os pequenos estúdios e criadores alternativos para publicar títulos diferentes dos grandes sucessos de vendas.

O mais esperado entre eles, sem dúvida, é "The Last Guardian", do japonês Fumito Ueda, autor dos admirados clássicos "Ico" e "Shadow of the Colossus". Protagonizado por um menino e uma criatura gigante semelhante a um grifo, o jogo esteve no limbo durante anos, mas a Sony finalmente decidiu apoiar seu desenvolvimento.

Herdeiro espiritual da estética de Ueda, "Rime", do estúdio espanhol Tequila Works, se inspira na luz do Mediterrâneo, a obra do pintor Joaquín Sorolla e a infância.

As propostas dos games independentes são as mais variadas: desde a exploração da vastidão dos oceanos apresentada por "Abzû", à sobrevivência na obscura e imensa ilha de "Below", à reviravolta especial de "Tacomã" ou à delicadeza colorida de "Unravel".

O jogador poderá, além disso, aterrissar nos belos e quase infinitos planetas de "No Man's Sky" ou experimentar a angústia da vida de um guarda florestal em "Firewatch".

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