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Confederações nacionais apresentam ao governo balanço do impacto da greve

Julia Lindner e Tânia Monteiro

Brasília

Seis confederações nacionais apresentaram ao governo um balanço da situação dos setores produtivos diante da greve dos caminhoneiros e fizeram propostas para reduzir os danos e retomar a normalização do abastecimento no País. Participaram da reunião com o ministro Eliseu Padilha as confederações da indústria, do comércio, do transporte, da agricultura, das instituições financeiras e da saúde.

Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) avalia que há "melhoras pontuais na distribuição de insumos e produtos". A expectativa da CNI é que a operação logística nas estradas se normalize até a próxima semana para o setor.

Entre as demandas da CNI estão o aumento das ações de desobstrução de vias e proteção de cargas e caminhões; prioridade na proteção de cargas críticas e de alto risco (produtos químicos, insumos hospitalares, alimentos); extensão da validade de notas fiscais para circulação de produtos; e ampliação de prazo para recolhimento de tributos para viabilizar pagamento de salários aos trabalhadores.

Já a Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA) pediu, entre suas demandas medidas de cuidado com os descartes sanitários principalmente de frutas, mas não especificou o que seria feito. A CNA calcula um prejuízo inicial de R$ 6,6 bilhões para os produtores rurais por conta da paralisação dos caminhoneiros.

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