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Norte-americanos começarão a receber cheques do pacote fiscal já no fim de semana

No Salão Oval da Casa Branca, o presidente americano Joe Biden assina o pacote de estímulo à economia e combate à covid-19 de US$ 1,9 trilhão - Mandel Ngan/AFP
No Salão Oval da Casa Branca, o presidente americano Joe Biden assina o pacote de estímulo à economia e combate à covid-19 de US$ 1,9 trilhão Imagem: Mandel Ngan/AFP

Gabriel Caldeira

São Paulo

11/03/2021 17h46

A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, afirmou que os americanos elegíveis para receber os cheques previstos no pacote fiscal de US$ 1,9 trilhão, sancionado nesta quinta-feira, 11, pelo presidente Joe Biden, começarão a receber os primeiros depósitos do benefício já neste fim de semana.

A nova rodada de estímulos, aprovada sem apoio bipartidário no Congresso dos Estados Unidos, é alvo de críticas de republicanos, que alegam que o projeto é muito caro e pode frear a economia americana a longo prazo por conta do aumento do déficit da dívida pública.

Em resposta, Psaki questionou porque os gastos não eram tão preocupantes quando "cortes em impostos estavam sendo dados a setores mais ricos da população americana".

Mesmo assim, a porta-voz da administração Biden disse que a Casa Branca ainda está aberta a trabalhar de forma bipartidária no futuro.

Relações exteriores

Psaki disse ainda que o secretário de Estado americano, Tony Blinken, e o Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, vão conversar sobre a relação econômica com a China, em reunião com oficiais do país asiático que ocorrerá na semana que vem. "Áreas de oportunidade" e maneiras pelas quais os EUA e a China poderiam "trabalhar juntos" no futuro também serão discutidas na reunião, afirmou.

A porta-voz ainda citou outros tópicos a serem levantados pelos americanos no encontro, como abusos aos direitos humanos cometidos pelo Partido Comunista chinês e a transparência de Pequim com relação à pandemia de coronavírus.

Quanto ao conflito com o Irã, Psaki afirmou que é vital que os EUA usem de diplomacia para evitar que Teerã consiga mais armamento nuclear.

A porta-voz disse que a Casa Branca se mantém "muito próxima" de Israel e de outros parceiros europeus para tratar do assunto.

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