Bolsas da Ásia fecham na maioria em baixa, com Xangai e Tóquio no negativo

Os mercados acionários da Ásia não registraram movimento único, mas o sinal negativo prevaleceu, nesta quinta-feira, 16. Um sinal da economia da China foi monitorado, e também esteve no radar a reunião entre o presidente chinês, Xi Jinping, e o dos Estados Unidos, Joe Biden, em São Francisco. Os líderes expuseram diferenças, mas também falaram sobre cooperação bilateral.

A Bolsa de Xangai fechou em queda de 0,71%, em 3.050,93 pontos, encerrando na mínima do dia, e a de Shenzhen, de menor abrangência, caiu 1,00%, a 2.003,88 pontos. O preço médio das moradias novas na China recuou em ritmo mais rápido em outubro, segundo cálculos do Wall Street Journal, mesmo em meio a estímulos oficiais para apoiar o consumo e atrair mais investimento estrangeiro. Semiconductor Manufacturing International caiu 1,7% e Naura Technology, 2,3%.

Na Bolsa de Tóquio, o índice Nikkei registrou queda de 0,28%, em 33.424,41 pontos. Ações ligadas ao consumo estiveram sob pressão, e o sentimento positivo visto nas primeiras horas do dia não se confirmou. M3 fechou em baixa de 5,15% e, entre produtores de alimentos, Kikkoman e Nissin recuaram 3,6% e 3,1%, respectivamente.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 1,36%, a 17.832,82 pontos.

Já na Coreia do Sul, o índice Kospi fechou em alta de 0,06% em Seul, em 2.488,18 pontos. O quadro foi misto na praça sul-coreana, mas com demanda ainda forte de investidores estrangeiros. Kia e Hyundai registraram ganhos de 1,3% e 3,7%, respectivamente, mas Woori Financial Group recuou 0,2%. Em Taiwan, o índice Taiex subiu 0,25%, a 17.171,18 pontos.

Na Oceania, na Bolsa de Sydney o índice S&P/ASX 200 fechou em queda de 0,67%, em 7.058,40 pontos. Com isso, a praça australiana reverteu parte dos ganhos vistos nas duas sessões anteriores. O setor financeiro hoje teve baixa de 0,8%, com queda de 3,3% do ANZ. Mineradoras de ouro, lítio e minério de ferro também estiveram sob pressão. *Com informações da Dow Jones Newswires.

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