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Emissões de ações podem chegar a R$ 30 bilhões no 4º trimestre, diz Estadão

11/10/2019 09h22

O último trimestre do ano deve ser, mais uma vez, de bastante movimento no mercado brasileiro de ações, principalmente no que diz respeito às emissões esperadas para o período. Na visão de bancos de investimentos, as ofertas subsequentes e as iniciais de ações devem movimentar R$ 30 bilhões até o final do ano. O montante não considera a venda das ações detidas pelo BNDES. As informações são da edição desta sexta-feira, da Coluna do Broadcast, do jornal O Estado de S.Paulo.

O pontapé inicial foi dado nesta semana pela Vivara (SA:VIVA3), com um IPO que movimentou R$ 2,3 bilhões. Ainda estão previstos para este ano os IPOs do banco BMG e também da rede varejista de moda C&A.

BNDES

De acordo com a publicação, somente o banco de fomento tem participação em empresas que seria responsável por grande parte desse volume, como nos casos de Petrobras (SA:PETR4), Vale (SA:VALE3), Suzano (SA:SUZB3) e JBS (SA:JBSS3), sem citar outras companhias de menor peso no mercado de ações.

Assim sendo, informa o Estadão, caso o BDES também decida pela venda de seus papéis, como já fez a Caixa, o volume gerado com as operações no último trimestsre do ano pode ser ainda a maior.

Vivara (SA:VIVA3)

As ações da Vivara (SA:VIVA3) chegaram a subir 3,5% na bolsa paulista nesta quinta-feira, em sua estreia após precificar seu IPO a 24 reais por papel na última terça-feira, em oferta que movimentou 2,3 bilhões de reais. O papel, depois de chegar a máxima de R$ 24,84, perdeu força, mas fechou no azul a R$ 24,10.

A oferta da rede de joalherias tinha faixa indicativa de preço entre 21,17 e 25,40 reais e incluiu a venda de 18.894.662 ações na tranche primária, com volume financeiro de 453,5 milhões de reais, recursos que irão para o caixa da empresa.