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Ouça o Giro UOL Economia com os destaques desta quarta, 31 de agosto

Do UOL, em São Paulo

Mercado financeiro

A Bolsa fechou em queda de 1,15%, com 57.901,11 pontos. Apesar da baixa no dia, a Bovespa encerra agosto com alta acumulada de 1,03%. É o terceiro mês seguido de avanço.

O dia foi marcado pela aprovação do impeachment de Dilma Rousseff e pela divulgação do PIB. Desde que Michel Temer assumiu a Presidência interinamente, a Bolsa se valorizou 9,74%.

No mercado de câmbio, o dólar caiu 0,34%, cotado em R$ 3,229.

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Tudo igual com a Selic

O Comitê de Política Monetária do Banco Central manteve a taxa básica de juros em 14,25% ao ano. Esta é a nona reunião seguida do BC em que a Selic fica no mesmo patamar.

O último ajuste foi em julho de 2015, quando subiu de 13,75% para 14,25%.

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Impeachment aprovado

O plenário do Senado aprovou o impeachment de Dilma Rousseff, por 61 votos a favor e 20 contra.

A presidente foi condenada sob a acusação de ter cometido crimes de responsabilidade fiscal, as chamadas 'pedaladas fiscais' no Plano Safra, e os decretos que geraram gastos sem autorização do Congresso Nacional.

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Economia segue em queda

A economia brasileira continuou em queda no segundo trimestre deste ano. O PIB brasileiro recuou 0,6% em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o segundo trimestre do ano passado, o PIB caiu 3,8%.Os dados são do IBGE.

É o sexto trimestre seguido de encolhimento da economia. Já na comparação anual, é o nono recuo consecutivo. Nos dois casos, é a maior sequência de resultados negativos do PIB em 20 anos.

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Indústria reage; agropecuária sofre

Apesar de a economia brasileira ter encolhido no segundo trimestre, a indústria deu os primeiros sinais de recuperação.

O setor teve expansão de 0,3% no trimestre passado sobre o anterior, interrompendo uma sequência de cinco quedas. Já o setor agropecuário encolheu 2% no período.

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Recuperação dos investimentos

Os investimentos, importantes no cálculo do PIB, cresceram 0,4% no segundo trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior. Com isso, interrompem uma sequência de dez quedas.

Já na comparação anual, com o segundo trimestre de 2015, os investimentos caíram pela nona vez seguida: o tombo foi de 8,8%.

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Vai demorar...

A economia brasileira está piorando menos, mas ainda está longe da recuperação. E para sair do buraco e voltar ao nível de 2014, deve demorar quatro anos.

É o que dizem especialistas ouvidos pelo UOL sobre o desempenho do PIB. No terceiro trimestre a economia deve começar a se estabilizar e só no começo de 2017 é que o país deve voltar a crescer. O impeachment de Dilma, segundo os especialistas, ajuda a melhorar as expectativas do mercado, mas só medidas efetivas devem resolver o problema.

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Contas públicas

As contas do setor público tiveram deficit de R$ 154 bilhões nos 12 meses encerrados em julho de 2016. O valor corresponde a 2,54% do PIB, patamar recorde desde 2002.

O valor se aproxima da meta fixada na lei orçamentária para este ano, que é um deficit de R$ 163,9 bilhões (2,6% do PIB) para União, Estados e municípios.

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Agenda

Amanhã a FGV anuncia os dados Índice de Preços ao Consumidor referentes à quarta semana de agosto.

Também vai ser divulgado o Índice de Preços ao Produtor de julho. Esse índice acompanha a evolução mensal dos preços recebidos pelos produtores da indústria de transformação.

O governo vai apresentar o resultado da balança comercial de agosto.

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