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Bolsonaro não acredita em votação da reforma da Previdência em 2018

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, fala com a imprensa na porta do carro, escoltado por policiais federais - Filipe Cordon/Folhapress
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, fala com a imprensa na porta do carro, escoltado por policiais federais Imagem: Filipe Cordon/Folhapress

Antonio Temóteo e Hanrrikson de Andrade

Do UOL em Brasília e no Rio de Janeiro

12/11/2018 18h33

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirmou nesta segunda-feira (12) que não acredita na aprovação da reforma da Previdência em 2018. Após ir a uma agência bancária no Rio de Janeiro, ele falou com jornalistas na entrada do condomínio em que mora.

“A gente está achando que dificilmente se aprova alguma coisa no corrente ano. Não é essa reforma que eu quero e que o Onyx Lorenzoni quer. Tem que reformar a Previdência, mas tem que ser de uma forma racional. Não apenas olhando números. Tem que olhar o social também. Tem que ter o coração também nessa reforma”, disse.

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O recuo ocorreu após desentendimentos entre auxiliares e Bolsonaro e o presidente do Senado Federal, Eunício Oliveira (MDB-CE). O Senado votou na semana passada o reajuste de 16,38% nos salários de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

A medida desagradou a Bolsonaro e aos auxiliares mais próximos. Entretanto, Eunício afirmou que não estava preocupado em agradar o presidente eleito.

Escolha de Joaquim Levy para presidência do BNDES

Bolsonaro também comentou a escolha de Joaquim Levy, ex-ministro da Fazenda e diretor do Banco Mundial, para presidir o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Segundo ele, o economista é um bom profissional.

“Ele tem um passado com a Dilma, sim. Teve dez meses. Teve um passado com o governo Cabral. Mas nada tem contra a sua conduta profissional. Assim sendo, eu endosso o Paulo Guedes. Esse é um ponto pacificado”, disse.

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