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Petrobras prevê iniciar operação de 4 plataformas entre outubro e dezembro

Marta Nogueira

Rio de Janeiro

18/07/2018 20h23

A Petrobras prevê iniciar a produção de mais quatro novas plataformas, entre outubro e dezembro deste ano, afirmou a jornalistas o diretor executivo de Desenvolvimento da Produção e Tecnologia, Hugo Repsold, em um evento no Rio de Janeiro.

No primeiro semestre, a empresa iniciou a operação das plataformas Cidade de Campos dos Goytacazes, no campo de Tartaruga Verde, na Bacia de Campos, e da P-74, no campo de Búzios, na Bacia de Santos.

As próximas quatro plataformas que entrarão em produção serão P-67 e P-69, no campo de Lula, e P-75 e P-76, no campo de Búzios, todas no pré-sal da Bacia de Santos.

Repsold reiterou que uma última plataforma prevista para o ano, a P-68, do campo de Berbigão, ficará para 2019.

O executivo explicou que a grande quantidade de novas plataformas concentradas neste ano ocorreu também pelo atraso de projetos no passado. Mas frisou que agora a empresa está em uma trajetória de recuperação.

"Eu diria que hoje a Petrobras está muito sincronizada com todos os eventos e a gente está caminhando para um crescimento sustentado da produção nos próximos anos", afirmou Repsold, ao participar do lançamento de dicionário do petróleo, no Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP).

Segundo ele, a queda de produção de junho foi pontual, devido a manutenção em algumas unidades. A entrada das novas plataformas vai impulsionar a produção da empresa, acrescentou.

No entanto, o executivo preferiu não fazer previsões para volumes em 2019, uma vez que a revisão do plano de negócios da empresa ainda está sendo realizada. A publicação da revisão poderá ocorrer ainda no terceiro trimestre, afirmou.

O plano de negócios da empresa revisado, segundo Repsold, deverá considerar a possibilidade de voltar a contratar plataformas próprias que entrariam em operação de 2023 em diante.

"Isso está no nosso radar sim, claro... É estratégico para a gente ter unidades próprias, sim, e a gente vai voltar a considerar, mas vamos decidir o que for melhor para a Petrobras, sem dogmas", afirmou Repsold, sem entrar em detalhes.