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Petrobras não vai "relaxar" em reduzir a alavancagem, diz presidente

A Petrobras vai seguir perseguindo as metas de redução do seu endividamento "sem relaxar", disse nesta terça-feira (4) Pedro Parente, presidente da estatal, na abertura de um evento do Bradesco em São Paulo.


A Petrobras já conseguiu reduzir a relação entre dívida líquida e resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de 5,3 vezes ao fim de 2015 para 3,5 vezes ao fim de 2016, e tem como meta chegar a 2,5 vezes.


"Se as coisas continuarem assim, conseguiremos atingir um patamar até mesmo menor que 2,5 vezes", disse, completando que a empresa "não vai relaxar em momento nenhum na execução do plano".


Parente lembrou ainda que o custo da dívida da estatal estava subindo a níveis alarmantes. "Se não estivéssemos fazendo esse trabalho, com o plano para reduzir a alavancagem, essa conta poderia chegar à casa de US$ 15 bilhões, US$ 17 bilhões", disse.


Em 2016, foram US$ 7,3 bilhões em custo da dívida.

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