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Juros curtos operam em baixa com aumento de chances de corte da Selic

O comportamento dos juros futuros de curto prazo reflete o aumento das chances de novo corte da Selic. As taxas operam em baixa desde o início do pregão, após o Comitê de Política Monetária (Copom) detalhar, na ata da sua última reunião, as condições necessárias para a extensão do ciclo de flexibilização monetária.


Nesta manhã, os negócios relacionados à política monetária prevalecem nos juros futuros. Evidência disso é que são justamente vencimentos mais curtos que concentram a maior liquidez até o momento. Com a queda nessas taxas, aumenta para mais de 30% a chance de novo corte de 0,25 ponto percentual da Selic em março.


Mais cedo, o Copom reiterou a leitura de que vê neste momento como adequada a interrupção da queda da taxa. No entanto, condicionou o movimento adicional à trajetória da inflação que, por ora, tem trazido surpresas positivas. A divergência de opiniões dentro do Copom sobre o grau de abertura para novo corte também serve de argumento para quem defende uma Selic mais baixa.


O DI janeiro 2019 marcava 6,655%. O DI janeiro 2021 estava a 8,730% e o DI janeiro 2023 se situava em 9,540%.

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