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    • Brasil [5109];
    • Praga [25938]; Agronegócio [63711];
Fotos

A lagarta "Helicoverpa armigera" foi identificada apenas no começo do ano no Brasil, mas já se espalhou por diversos Estados. Na imagem, a lagarta ataca um botão de algodão. Clique nas imagens acima para ver outras pragas que afetam as lavouras brasileiras, como percevejos, brocas e ácaros Fabiano Bastos/Embrapa/Divulgação Mais

O percevejo-marrom, que tem o nome científico de "Euschistus heros", ataca as vagens da soja na região que vai do norte do Paraná ao Brasil central. Ele pode se esconder por cinco meses sob folhas mortas sem se alimentar, à espera da próxima colheita Jovenil Silva/Embrapa/Divulgação Mais

A lagarta "Pseudoplusia includens", conhecida como falsa-medideira, ataca principalmente a soja. A espécie se alimenta das folhas da planta durante sua época reprodutiva, e desenvolve rapidamente resistência a agrotóxicos Jovenil Silva/Embrapa/Divulgação Mais

Conhecido como bicudo, ou broca-do-olho-do-coqueiro, o besouro "Rhynchophorus palmarum" chega a 6 cm e ataca coqueiros e palmeiras. Ele é atraído pelo cheiro de fermentação de plantas feridas ou doentes, nas quais bota seus ovos Saulo Coelho/Embrapa/Divulgação Mais

O besouro bicudo bota seus ovos em coqueiros e palmeiras. Suas larvas se alimentam de partes suculentas das plantas; elas escavam inúmeras galerias pelo caule e devoram todo o palmito, que fica na parte mais central do tronco Saulo Coelho/Embrapa/Divulgação Mais

Uma das formas de controle dos bicudos, que atacam palmeiras e coqueiros, é o uso de iscas vegetais contaminadas com fungos. Elas são ensopadas com hormônios e atraem os insetos, que então adoecem e transmitem os fungos entre si Saulo Coelho/Embrapa/Divulgação Mais

Larvas de besouro chamadas de corós comem as sementes e raízes de plantas como trigo e milho, assim como outras partes dos vegetais. O combate é feito com a aplicação de inseticidas nas sementes das plantas Paulo Pereira/Embrapa/Divulgação Mais

Com corpo em forma de "C" e cor esbranquiçada, larvas de besouro chamadas de corós atacam plantas como o trigo e o milho, principalmente no extremo sul do país. As principais espécies são "Diloboderus abderus" e "Phyllophaga triticophaga" Embrapa/Divulgação Mais

A fase adulta da larva chamada de coró, que ataca raízes de plantas como o milho e o trigo, é um besouro facilmente encontrado em grandes grupos, que se reúnem ao redor de focos de luz durante a noite Ivan Cruz/Embrapa/Divulgação Mais

O ácaro-da-necrose-do-coqueiro, de nome científico "Aceria guerreronis", ataca o fruto do coqueiro, tem uma coloração branca e leitosa e mede de 0,1 mm a 0,2 mm. Na foto, um ácaro ampliado por microscópio Paulo Lins/Embrapa/Divulgação Mais

As necroses que aparecem nos cocos da foto são causados por um ácaro que se organiza em colônias. Com o ataque, os frutos caem das árvores ou se desenvolvem pouco e ficam sem valor comercial. As perdas chegam a 60% em plantações infestadas Joana Ferreira/Embrapa/Divulgação Mais

Os ovos de algumas espécies de moscas-brancas, principalmente a "Aleurodicus pseudugesii", são colocados nas folhas de coqueiros. Durante uma das fases iniciais de desenvolvimento, em que são chamados de ninfas, os insetos sugam a seiva das folhas Joana Ferreira/Embrapa/Divulgação Mais

Enquanto sugam a seiva das folhas dos coqueiros, as fases iniciais de desenvolvimento da mosca-branca produzem uma cera branca que envolve a planta e a impossibilita de receber luz e realizar a fotossíntese Joana Ferreira/Embrapa/Divulgação Mais

O pulgão-da-folha é uma das várias espécies que atacam o trigo. Além de transmitirem vírus, tanto os pulgões jovens quanto os adultos se alimentam da seiva da planta, o que diminui o rendimento na produção de grãos Embrapa/Divulgação Mais

A "Diabrotica speciosa" ou larva-alfinete ataca as raízes do pé de milho. Ela pode matar as plantas no início de seu desenvolvimento, ou fazer com que o vegetal cresça encurvado, sintoma conhecido como "pescoço de ganso" Ivan Cruz/Embrapa/Divulgação Mais

Devido a suas cores, a fase adulta da larva-alfinete do milho é chamada de vaquinha verde-amarela ou patriota. Ela causa danos às plantas comendo suas folhas, enquanto na fase de larva ataca as raízes Ivan Cruz/Embrapa/Divulgação Mais

A larva-angorá, ou peludinha, pode chegar a 1,4 cm de comprimento e alimenta-se de sementes do milho embaixo da terra, antes que elas possam germinar. A espécie "Astylus variegatus" é encontrada no Brasil e em países como Paraguai e Argentina Ivan Cruz/Embrapa/Divulgação Mais

Na fase adulta, a larva-angorá se transforma num besouro de cerca de 8 centímetros, que se alimenta do pólen de plantações de algodão, milho e sorgo Ivan Cruz/Embrapa/Divulgação Mais

Apesar do nome, a broca da cana-de-açúcar ("Diatrea saccharalis"), ataca também outras plantas, como o milho. As larvas perfuram seu caminho até o centro do caule, onde se desenvolvem até a fase adulta Ivan Cruz/Embrapa/Divulgação Mais

Na fase adulta, as larvas da broca da cana-de-açúcar se transformam em mariposas como as da foto Ivan Cruz/Embrapa/Divulgação Mais

A lagarta-elasmo ("Elasmopalpus lignosellus") ataca mais de 60 espécies de vegetais, como milho, cana e feijão. Ela atinge o caule das plantas construindo galerias em seu interior, o que mata as folhas mais próximas do caule Ivan Cruz/Embrapa/Divulgação Mais

Na fase adulta, a lagarta-elasmo se transforma na mariposa da foto, que vive de sete a 42 dias. Nesse período, a fêmea pode botar até 120 ovos. A larva pode se alimentar de mais de 60 culturas diferentes Ivan Cruz/Embrapa/Divulgação Mais

Lagartas, percevejos, brocas, ácaros: veja pragas que destroem plantas

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