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Fotos

Quando se trata de papinha de bebê pronta, as dúvidas são muitas. Tem conservantes? Como dura tanto tempo fora da geladeira? Faz mal para a criança? O UOL acompanhou o processo de produção das papinhas de bebê da Nestlé em São José do Rio Pardo, no interior de São Paulo. Clique nas fotos acima e veja o caminho da papinha, da fazenda até o potinho Marcelo Pereira/UOL Mais

O processo de fabriação começa no campo. A Nestlé tem parceria com 26 produtores que ficam a, no máximo, 50 quilômetros de distância de sua fábrica em São José do Rio Pardo. Eles fornecem para a empresa sete produtos: cenoura, batata, mandioquinha, cebola, feijão, repolho e batata-doce Marcelo Pereira/UOL Mais

Lourival Fernandes dos Reis, 34, produz legumes para a Nestlé há dez anos. Ele afirma que 80% de sua produção vai para as papinhas e apenas 20% segue para o varejo Marcelo Pereira/UOL Mais

Os legumes usados nas papinhas são plantados por lotes, seguindo um cronograma estabelecido pela empresa, para garantir produtos o ano inteiro. A fabricante fornece as sementes e mudas para os agricultores. Os itens usados nas papinhas não são orgânicos Marcelo Pereira/UOL Mais

Por causa da distância, esses produtos conseguem chegar à fábrica no mesmo dia em que são colhidos. Ingredientes como carne, frango e grãos vêm de outras regiões do país. O mesmo acontece com banana, ameixa, mamão, maçã, laranja, pera, tomate, abóbora e milho, por exemplo. Antes de ir para a linha de produção, amostras desses alimentos vão para um laboratório que verifica a qualidade deles Marcelo Pereira/UOL Mais

Os produtos passam por um processo de limpeza. São descascados por uma máquina e, depois, seguem para uma esteira. Ali são são tiradas imperfeições, manualmente. Na foto, funcionários fazem o processo de seleção em cenouras. As boas são ensacadas e enviadas para a próxima etapa. As imperfeições são transformadas em adubo Marcelo Pereira/UOL Mais

Os produtos que farão parte da papinha do dia são levados para uma sala para serem pesados e dosados de acordo com a receita. É nessa etapa também que os ingredientes são moídos. Depois, eles são encaminhados para dois tanques de armazenamento. Desses tanques, seguem para as panelas. São três panelas de 350 quilos cada. Em média, as papinhas ficam 15 minutos nas panelas Marcelo Pereira/UOL Mais

Antes da papinha ir para a embalagem, os potinhos passam por uma checagem em uma esteira. Oito câmeras verificam se há defeitos que podem representar risco de quebra, como espessura fina do vidro, bolhas ou distorções, por exemplo. Se algum problema é encontrado, esse pote é separado para avaliação de um funcionário. Se constatar que não pode ser usado, o pote é enviado de volta ao fornecedor Marcelo Pereira/UOL Mais

Os potinhos sem defeitos passam por uma higienização com água quente para, então, receber a papinha Marcelo Pereira/UOL Mais

O fechamento do pote é feito à vácuo. Primeiro, um jato de vapor de água é jogado para eliminar o oxigênio de dentro do pote para, depois, a tampa ser colocada e formar o vácuo Marcelo Pereira/UOL Mais

Os potinhos fechados são retirados dessa primeira linha de produção e vão para uma etapa de tratamento térmico Marcelo Pereira/UOL Mais

Os potinhos passam por um tratamento térmico em uma máquina chamada de autoclave, que funciona como uma panela de pressão, e usa calor e pressão para esterelizar os produtos Marcelo Pereira/UOL Mais

As papinhas podem ficar nesse processo entre uma hora e uma hora e meia, dependendo da receita. Esse processo e o fato de o produto estar embalado a vácuo permitem que a papinha fique conservada mesmo fora da geladeira Marcelo Pereira/UOL Mais

Ao sair dessa etapa, os potinhos recebem rótulos e data de validade. São 350 potes rotulados por minuto, em média Marcelo Pereira/UOL Mais

Após serem rotulados, os produtos passam por um raio-x, que detecta se há algum corpo estranho na papinha, como cartilagem de carne, por exemplo. Se tiver, o produto é descartado Marcelo Pereira/UOL Mais

Passam, então, por uma outra checagem, com um aparelho que mede se a tampa está com vácuo, ou seja, se ela está fechada adequadamente Marcelo Pereira/UOL Mais

Depois, os potes estão prontos para serem embalados em caixas e armazenados para transporte Marcelo Pereira/UOL Mais

As papinhas são armazenadas por mais sete dias na fábrica e, depois, testadas novamente para saber se o vácuo continua Marcelo Pereira/UOL Mais

As papinhas têm validade de um ano. Após serem abertas, devem ser mantidas na geladeira e consumidas em até 24 horas, segundo a fabricante Marcelo Pereira/UOL Mais

Veja como é feita a papinha de bebê

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