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Carla Araújo

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Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

Mourão diz que não há dinheiro para aumento a servidores: 'decisão difícil'

Carla Araújo

Jornalista formada em 2003 pela FIAM, com pós-graduação na Fundação Cásper Líbero e MBA em finanças, começou a carreira repórter de agronegócio e colaborou com revistas segmentadas. Na Agência Estado/Broadcast foi repórter de tempo real por dez anos em São Paulo e também em Brasília, desde 2015. Foi pelo grupo Estado que cobriu o impeachment da presidente Dilma Rousseff. No Valor Econômico, acompanhou como setorista do Palácio do Planalto o fim do governo Michel Temer e a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência.

Do UOL, em Brasília

18/01/2022 12h39

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou nesta terça-feira (18) que não há espaço no Orçamento de 2022 para conceder aumento para os servidores públicos federais e que o presidente Jair Bolsonaro "ainda não bateu o martelo" se cumprirá a promessa de beneficiar ao menos os policiais com reajuste.

"É uma decisão difícil. O orçamento não tem espaço e seria necessária uma negociação envolvendo o Congresso e os próprios servidores", disse Mourão à coluna. Bolsonaro tem até o dia 21 de janeiro para sancionar o Orçamento de 2022 que foi aprovado pelo Congresso no ano passado. Na ocasião, Bolsonaro atuou para conseguir espaço de R$ 1,7 bilhão para das aumento aos policiais.

Ao chegar ao Palácio do Planalto nesta manhã, Mourão conversou com jornalistas e se mostrou contrário a concessão de reajustes. "Sabe-se muito bem que não tem espaço no Orçamento para isso", disse.

Sobre o reajuste aos policiais, o vice-presidente afirmou que Bolsonaro ainda está avaliando uma solução para o problema. "Nem sei se o presidente vai conceder isso ai. Vamos aguardar. O presidente não bateu o martelo nisso ainda", afirmou.

Nesta terça-feira, cerca de 50 categorias realizam protestos em Brasília. No protesto marcado para as 10h em frente ao Banco Central havia 300 manifestantes, segundo estimativas do BC. O ato terminou às 12h.

À tarde, das 14h às 16h, os servidores vão se reunir em frente ao Ministério da Economia. O ministro da Economia, Paulo Guedes, estará despachando no ministério e terá encontros com o presidente do BC, Roberto campos Neto, e o secretário especial da Receita Federal, Julio Cezar Vieira.