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Conheça alguns dos trabalhos mais estranhos do setor hoteleiro

Nikki Ekstein

(Bloomberg) -- Às vezes, como editor de turismo, acho que já vi de tudo. O jornalista cansado que habita em mim sorri com desdém para os inúmeros "recepcionistas cupido" que surgem na época do Dia dos Namorados (já que a data se aproxima em diferentes partes do mundo) e para os truques de marketing com ar desesperado que vão desde arquiteto de aura a guacamologista (sim, esses cargos existem).

Nem todos esses trabalhos loucos do setor hoteleiro são tão inusitados. O zelador de gravata-borboleta do Ritz-Carlton Buckhead, de Atlanta, é simplesmente um recepcionista que ganhou fama por sua excelente habilidade para dar o nó desse tipo de gravata, então agora ele transforma os hóspedes em cavalheiros sulistas propriamente garbosos antes de casamentos e festas de gala. "Vigia de Aurora Boreal" pode soar ridículo, mas é alguém que fica acordado a noite toda na Islândia para que você acorde se -- e somente se -- houver um bom motivo para levantar da cama. Talvez você revire os olhos para a palavra "tabaconista", mas o que está no Four Seasons Hotel de Washington D.C. passou um teste legítimo para se qualificar; ele cuida de uma das salas de charuto mais meticulosamente curadas do mundo.

Com isso em mente, reunimos um punhado dos cargos mais peculiares do setor hoteleiro mundial. Caso você veja algum deles durante sua estadia, eles darão um toque inusitado às suas férias - ou pelo menos lhe darão inspiração para uma possível mudança de carreira.

Instrutor de sereias no Sanderling Resort, Outer Banks, Carolina do Norte, EUA

Quer fazer parte desse mundo? Fale com Kitty Hawk Kites, a principal instrutora de sereias da Escola de Sereias existente há seis meses no Sanderling Resort. Durante sessões de uma hora, que custam US$ 49, ela ensina aos hóspedes como vestir e tirar um rabo de sereia feito à medida e também a manter a graça na água ao usar o rabo.

Técnico de Shabbat no King David Hotel, em Jerusalém

Para os judeus ortodoxos que viajam para Jerusalém, os serviços do técnico de Shabbat não são apenas uma comodidade -- são um motivo para se hospedar no King David. Depois que o sol se põe na sexta-feira, eles deixam de usar eletricidade. O técnico está lá para desconectar os mecanismos das cortinas, trocar as chaves magnéticas dos quartos por chaves comuns e operar um elevador que para em cada andar para que os hóspedes não precisem apertar os botões.

Caçador de trufas no Le Richemond, na Suíça

Esse respeitável hotel de 142 anos no Lago Léman contratou Clément Jacquemier, fornecedor local de trufas, para levar os hóspedes em passeios semanais à procura de alimentos com seu cão farejador de trufas, Pistache. Desenterre o que conseguir e leve de volta ao restaurante do hotel, Le Jardin, que tem um cardápio centrado na trufa negra repleto de pratos que podem ficar ainda melhores com alguns pedaços adicionais.

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