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Salário mínimo na Argentina sobe 24%, para R$ 2.019

  • Natacha Pisarenko/AP

Buenos Aires, 27 jun (EFE).- O governo da Argentina anunciou nesta terça-feira (27) que aumentará o salário mínimo em 24%, o que será feito em três etapas até alcançar a cifra de 10 mil pesos (US$ 602,40 ou R$ 2.019) até julho de 2018.

Para efeito de comparação, o salário mínimo atual no Brasil é de R$ 937.

O novo valor foi estabelecido pelo governo argentino depois que representantes de sindicatos e da principal entidade patronal não conseguiram chegar a um consenso na reunião convocada para terça-feira do Conselho Nacional do Emprego, da Produtividade e do Salário Mínimo Vital e Móvel.

Nessa reunião, realizada em meio a protestos em Buenos Aires por parte de organizações sociais e sindicais, os sindicatos pediram um aumento dos atuais 8.060 pesos (US$ 485,50 ou R$ 1.627,31) para 14.060 pesos (US$ 846,90 ou R$ 2.838,71), o que equivale a uma alta de 75%.

A oferta do setor empresarial era de um aumento de 20,3%, em três etapas, até 9.700 pesos (US$ 584,30 ou R$ 1.958,43).

"Diante da ausência de um acordo, o Ministério do Trabalho, Emprego e Previdência Social resolveu elevar através de um decreto a pauta do mínimo salarial que um trabalhador solteiro na Argentina deve receber pela jornada", disse a pasta em um comunicado.

A partir desta decisão, o salário mínimo será atualizado para 8.860 pesos (US$ 533,70 ou R$ 1.788,83) no próximo mês, 9.500 pesos (US$ 572,20 ou R$ 1.920) em janeiro e a 10 mil pesos (US$ 602,40 ou R$ 2.019) em julho de 2018.

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