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Mais de 50 mil pessoas perderam o emprego na Rússia por causa de sanções

20/04/2022 15h57

Moscou, 20 abr (EFE).- O Ministério do Emprego e da Proteção Social da Rússia, divulgou que cerca de 50 mil pessoas ficaram desempregadas e outras 98 mil estão em férias forçadas no país, devido ao impacto das sanções impostas por países do Ocidente e pela saída de empresas internacionais do território russo.

"Segundo os dados operacionais atuais, 98 mil trabalhadores estão inativos. Falando em termos absolutos, 2,5 vezes mais do que em 1º de março", apontou o vice-ministro da pasta, Andrey Pudov, durante reunião do Parlamento russo, segundo a agência de notícias local "TASS".

"Sobre os números anunciados de demissões, são cerca de 50 mil pessoas, embora que, claramente, não houve demissões em massa", completou o integrante do governo.

O prefeito de Moscou, Sergey Sobianin, afirmou ontem que cerca de 200 mil pessoas podem perder o trabalho na capital, devido ao fechamento de empresas estrangeiras.

Até o fim de março, cerca de 300 companhias internacionais encerraram as atividades em Moscou.

Pudov alegou que, apesar das demissões, férias forçadas e empregos de meia jornada, houve mais de 2,5 milhões de contratações no início da primavera russa.

"Hoje, cerca de 670 mil cidadãos russos estão registrados nos centros de emprego, enquanto há 1,9 milhão de postos de trabalho no banco de vagas", afirmou o vice-ministro. EFE