Mão de obra sobe menos e desacelera inflação da construção, aponta FGV

Daniela Amorim

Rio de Janeiro

Os custos com a mão de obra subiram menos e desaceleraram a inflação da construção na primeira prévia de julho do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) mostrou uma alta de 0,06% no primeiro decêndio de julho, ante um avanço de 1,43% na primeira prévia de junho.

O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços teve ligeira queda de 0,01% na primeira leitura deste mês, após já ter registrado esse mesmo resultado na primeira prévia do mês anterior. O índice que representa o custo da Mão de Obra subiu 0,12% na primeira leitura de julho, ante um salto de 2,62% na mesma leitura de junho.

Os itens que mais pressionaram o indicador foram argamassa (2,06%), ajudante especializado (0,15%), massa corrida para parede (3,84%), portas e janelas de madeira (2,03%) e engenheiro (0,27%). Na direção oposta, as principais quedas foram de vergalhões e arames de aço ao carbono (-1,75%), elevador (-0,85%), cimento Portland comum (-0,66%), aluguel de máquinas e equipamentos (-0,81%) e pias, cubas e louças sanitárias (-0,59%).

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