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Indicador antecedente sobe 0,3% em março, mostram FGV e Conference Board

Thaís Barcellos

São Paulo

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil subiu 0,3% em março, alcançando 117,6 pontos, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV) e o The Conference Board (TCB). Em sentido contrário, o Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE), que mensura as condições econômicas atuais, recuou 0,1%, para 102,3 pontos.

O desempenho negativo do ICCE em março reflete, segundo o responsável pela pesquisa na FGV, Paulo Picchetti, a fraqueza de vários indicadores recentes do nível de atividade. "Entretanto, a variação positiva do IACE permite afirmar que a reversão do atual ciclo de expansão ainda é pouco provável", pondera Picchetti.

Conforme a FGV, o Indicador Antecedente Composto da Economia agrega oito componentes econômicos que medem a atividade econômica no Brasil.

Cada um deles vem se mostrando individualmente eficiente em antecipar tendências econômicas.

A agregação dos indicadores individuais em um índice composto filtra os chamados "ruídos", colaborando para que a tendência econômica efetiva seja revelada, explica a fundação.

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