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Colnago e Kanczuck passam visão menos alarmista da greve sobre contas públicas

Francisco Carlos de Assis, Eduardo Laguna e Daniel Weterman

São Paulo

Integrantes da equipe econômica do governo, o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, e o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Fabio Kanczuk, tentaram passar uma visão menos alarmista sobre os possíveis impactos das concessões aos caminhoneiros sobre as contas públicas.

Em painel do qual participam no Fórum de Investimentos Brasil 2018, os dois admitiram a que a zeragem da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) e a redução do PIS/Cofins ( a ser votada no Congresso) incidente sobre o óleo diesel vai demandar uma reordenação das contas do governo, mas disseram que antes será preciso aguardar o resultado da reoneração da folha de pagamento.

"As concessões feitas aos caminhoneiros, como redução da Cide, vão levar a uma reorientação das contas públicas", disse o ministro do Planejamento, sem adiantar o que poderá ser feito.

Kanczuk falou na necessidade de se criar alguma alternativa compensatória à redução do PIS/Cofins, caso ela seja aprovada pelo Congresso. "A redução do PIS/Cofins vai demandar uma compensação. Mas vamos esperar o resultado da reoneração", disse o secretário.

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