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Mesmo com queda de quase 30% no lucro, Smiles opera com alta de mais de 2%

30/10/2019 11h42

Na reta final da parte da manhã desta quarta-feira na bolsa paulista, as ações da Smiles (SA:SMLS3) operam com valorização, reação positiva ao resultado do terceiro trimestre, divulgado na noite de ontem. No período, o lucro líquido foi de R$ 149,6 milhões, uma queda de 29,5% ante os R$ 212,1 milhões de um ano antes. Excluindo receitas extraordinárias de um ano atrás, a retração é de 2,5%.

Desta forma, por volta das 11h40, as ações eram negociadas com alta de 2,16% a R$ 37,39.

No terceiro trimestre de 2019, a Smiles (SA:SMLS3) alcançou 7,7% de expansão em relação ao mesmo período no ano anterior, totalizando R$ 633,7 milhões, a receita recorde de R$ 279,3 milhões cresceu, 6,1% e a margem direta de resgate se manteve na média.

"Apesar do cenário desfavorável, com aumento de yelds e da taxa de ocupação da GOL (SA:GOLL4), o volume resgate de milhas resgatadas teve um incremento de 12,6% em relação ao 3T18. Isso é muito importante, pois mostra o engajamento dos clientes", destacou André Fehlauer, presidente da Smiles (SA:SMLS3).

O resultado operacional do terceiro trimestre, medido pelo Ebitda, foi de R$ 205,8 milhões, contra R$ 231,3 milhões de um ano antes, uma queda de 11%. Desta forma, a companhia viu sua margem Ebitda variar de 87,8% para 73,7% em 12 meses.

Fehlauer demonstra otimismo, informando que "muitas novidades também fazem parte dos destaques do trimestre: nova parceira na transferência de milhas com o Nubank, duas novas companhias aéreas parceiras - Air Europa e TAAG, a implantação de uma ferramenta que premia as melhores ideias dos colaboradores (Inova Smiles (SA:SMLS3)), duas novas opções para acelerar o acúmulo de milhas (Clube Smiles 20.000 e 25.000) e ainda o acúmulo de milhas com a SAA".