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Ouça o Giro UOL Economia com os destaques desta sexta, 12 de fevereiro

Ana Luiza Rosa

Do UOL, em São Paulo

Cotações

As ações da Petrobras saltaram quase 7% e puxaram a alta do Ibovespa. O índice fechou em alta de 1,25%, aos 39.808 pontos. Com isso, a Bolsa interrompe uma sequência de três quedas. Apesar dos ganhos no dia, a Bovespa encerra a semana com baixa de 1,93%.

Os papéis ordinários da Petrobras ganharam 6,77%, valendo R$ 6,31. As ações preferenciais subiram 5,2%, a R$ 4,45. Os papéis foram influenciados pela alta dos preços do petróleo.

O dólar somou a quarta alta consecutiva, mas ainda fechou abaixo de R$ 4. A moeda avançou 0,15%, cotada a R$ 3,99. Com isso, o dólar acumula alta de 2,03% na semana depois de duas quedas semanais.

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Mais dinheiro pelos danos

A Justiça de Minas Gerais determinou o bloqueio de bens da Samarco e das controladoras Vale e BHP, por causa do rompimento de barragem em Mariana no ano passado.

Foram retidos R$ 475 milhões para indenização das famílias e reparo ambiental. As empresas não se manifestaram sobre o assunto.

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Imposto deve diminuir

A alíquota do Imposto de Renda cobrada sobre remessas ao exterior deve ficar em 6%. Inicialmente, a cobrança estava estipulada para 25%. A proposta deve ser votada pelo Congresso na próxima semana.

A taxa é aplicada sobre custeio de serviços de viagens de turismo, negócios, saúde e educação. Antes, até R$ 20 mil por mês era isento do pagamento.

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Perspectiva nebulosa

Em relatório, a agência de classificação de risco Fitch traz que as empresas brasileiras vivem um cenário de pesadelo. A agência, que retirou o grau de investimento do Brasil no fim do ano passado, avaliou que a continuidade dos riscos econômicos, fiscais e políticos, aliada à recente baixa dos preços das commodities, deve levar a nota das empresas nacionais ao grau especulativo.

Na carteira brasileira, a agência atribuiu perspectiva negativa para 53% das empresas. Apenas 6% têm perspectiva positiva.

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?Portas fechadas

O cenário de recessão fez com que 95,4 mil lojistas encerrassem as atividades no país em 2015, como mostra o levantamento da confederação nacional do setor. O resultado foi atribuído à queda no volume das vendas no varejo, que deve registrar o pior desempenho dos últimos 15 anos.

O número revela retração de 13,4% nos estabelecimentos comerciais que empregam pelo menos um funcionário. As grandes lojas do varejo também tiveram recuo no volume de estabelecimentos, com queda de 14,8% em 2015.

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Construção desacelera

O faturamento da indústria de materiais de construção caiu 20,5% em janeiro em relação ao mesmo mês de 2015, foi o 24º resultado negativo consecutivo. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção.

Em comparação com dezembro de 2015 houve expansão de 5%. Para este ano, a associação prevê novamente uma queda de 4,5% do faturamento.

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PIB da zona do euro

A economia da zona do euro cresceu 1,5% em 2015, divulgou a Eurostat, número que ficou dentro das previsões dos analistas. Apesar do resultado positivo, a expansão do PIB desacelerou no segundo semestre em relação ao primeiro por conta da queda da produção industrial em dezembro.

No quarto trimestre do ano passado, o Produto Interno Bruto dos 19 países da zona do euro cresceu 0,3%, a mesma taxa registrada no período anterior.

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Agenda

Na segunda-feira, o Banco Central divulga o relatório Focus, que compila a opinião de instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos. E o Ministério do Desenvolvimento anuncia o resultado da balança comercial do Brasil com o exterior.

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