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Ouça o Giro UOL Economia com os destaques desta quarta, 16 de março

Do UOL, em São Paulo

16/03/2016 20h02

Mercado financeiro

A Bolsa operou a maior parte do dia em baixa, mas virou no final da tarde e fechou em alta de 1,34%, com 47.763,43 pontos. O dia foi marcado pelo noticiário político, com a chegada de Lula ao governo para assumir a Casa Civil e uma possível troca de comando no Banco Central.

A alta de hoje foi puxada, principalmente, pelo desempenho positivo da Petrobras, do Banco do Brasil, da mineradora Vale e de siderúrgicas.

As ações da Vale avançaram 8,88%, vendidas a R$ 10,55. Depois de cair mais de 10% ontem, a Petrobras terminou o dia com valorização de 9,38% nas ações preferenciais, negociadas a R$ 7,23. As ações do Banco do Brasil, que desabaram 21,17% ontem, subiram 3,37%, para R$ 18,09.

No mercado de câmbio, o dólar chegou a subir quase 2% durante o dia, mas mudou de sentido e teve uma queda de 0,63%, cotado em R$ 3,739.

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A volta de Lula

O ex-presidente Lula aceitou o convite da presidente Dilma Rousseff e vai assumir o Ministério da Casa Civil. A decisão aconteceu depois da reunião entre as lideranças petistas e os ministros Nelson Barbosa e Jaques Wagner.

De saída da Casa Civil, o ministro Jaques Wagner vai ser chefe de gabinete de Dilma e o responsável por comandar o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o chamado Conselhão.

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Dança das cadeiras

Depois de anunciar Lula como ministro da Casa Civil, Dilma planeja realizar uma nova reforma ministerial. A mudança tem como objetivo dar um novo fôlego ao governo federal diante da possibilidade de abertura do processo de impeachment contra ela.

As alterações devem envolver pastas como Comunicação Social, Esporte, Educação e Relações Exteriores.

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Meirelles de volta?

Outra mudança pode ser no comando do Banco Central. Lula deve sondar o ex-presidente da entidade, Henrique Meirelles, para ajudar a definir um plano para reanimar a economia e tirar o país da recessão.

O atual presidente do BC, Alexandre Tombini, estaria cogitando deixar o governo caso sejam feitas mudanças na condução da política econômica do país.

Em discurso, a presidente Dilma Rousseff negou essa possibilidade e assegurou que Tombini continua no cargo, assim como o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa.

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Indústria paulista corta empregos

A indústria do Estado de SP cortou 12 mil vagas de trabalho em fevereiro de 2016. Isso significa uma queda de 0,53% no nível de emprego na comparação com janeiro. Os dados são da Fiesp.

Dos 22 setores pesquisados, 17 tiveram vagas fechadas. O destaque negativo foi o segmento de metalurgia, com 4,5 mil empregos cortados em fevereiro. Isso representa 37,5% das demissões na indústria paulista no segundo mês do ano.

Já do lado positivo, o melhor desempenho ficou com o setor de produtos alimentícios, que criou 4,2 mil vagas de trabalho.

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IPC-S desacelera

O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) teve alta de 0,65% na segunda quadrissemana de março. Isso significa uma desaceleração em relação ao período anterior, que teve alta de 0,68%. As informações são da FGV.

Essa diminuição na taxa foi influenciada pela queda mais acentuada na tarifa de energia elétrica e das passagens aéreas.

O IPC-S apura a inflação semanalmente em sete capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e Brasília.

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Estimativas do Banco Central dos EUA

O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, rebaixou a previsão de crescimento para a economia do país em 2016 de 2,4% para 2,2%.

Já para a inflação, a projeção diminuiu para 1,2% no ano, contra a de 1,6% calculada em dezembro.

Além disso, a entidade manteve a estimativa para a taxa de desemprego em 4,7% para 2016.

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Fed mantém juros

Ainda sobre o banco central norte-americano, o Comitê de Política Monetária da entidade decidiu manter as taxas de juros entre 0,25% e 0,50%. Essa manutenção já era esperada pelo mercado.

Em dezembro do ano passado, o Fed elevou os juros pela primeira vez em quase uma década. Com o crescimento econômico moderado dos EUA e fortes ganhos no emprego, a entidade anunciou que pode voltar a apertar a política monetária neste ano.

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Argentina e os fundos "abutres"

A Câmara dos Deputados da Argetina aprovou projeto que permite o pagamento dos chamados fundos "abutres" com uma diminuição de 25% no valor original. Essa foi a primeira vitória importante do presidente Mauricio Macri no Congresso, onde ele não tem a maioria absoluta. Foram 165 votos a favor e 86 contra.

O projeto ainda precisa passar pelo Senado do país. O pagamento vai permitir que a Argentina volte ao mercado internacional de crédito. O financiamento no exterior é essencial para concretizar o plano de investimentos do governo argentino.

Os fundos "abutres" são os credores que compraram os papéis "podres" da dívida externa argentina e não aceitaram as reestruturações em 2005 e 2010. Eles correspondem a 8% do total dos credores.

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