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Bradesco e Petrobras lideram ganhos em valor de mercado em 2016

O valor de mercado de 278 empresas brasileiras com ações na Bolsa cresceu R$ 318,8 bilhões em 2016, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (27) pela consultoria Economatica.

No final de 2015, o valor das empresas era de R$ 1,78 trilhão. Na terça-feira (26), elas valiam R$ 2,10 trilhões. Isso significa um crescimento de 17,54%.

O Bradesco (BBDC4) foi a empresa com maior crescimento nominal de valor de mercado do começo do ano até 26 de abril. No final de 2015, o banco valia R$ 100,04 bilhões. Ontem, o seu valor de mercado era de R$ 150,03 bilhões. O crescimento foi de R$ 49,98 bilhões ou 49,96%.

Em segundo lugar aparece a Petrobras (PETR4), com valorização de R$ 47,97 bilhões (47,35%). Em 31 de dezembro do ano passado, o valor de mercado da petroleira era de R$ 101,32 bilhões. Na terça-feira, era de R$ 149,29 bilhões.

O valor de mercado das empresas de capital aberto é calculado multiplicando o total de ações pelo preço de cada ação. 

Veja as empresas que mais ganharam, segundo a consultoria:

Empresa/ Crescimento

  • 1ª Bradesco: R$ 49,98 bilhões
  • 2ª Petrobras: R$ 47,97 bilhões
  • 3ª Itaú: R$ 28,76 bilhões
  • 4ª Vale: R$ 27 bilhões
  • 5ª Ambev: R$ 21,8 bilhões

Obs: a variação não considera a distribuição de dividendos e JCP (juros sobre capital próprio)

Bancos: setor que mais cresceu

Entre as 20 empresas com maior crescimento nominal de valor de mercado, o setor com mais representantes é o de bancos. Os quatro maiores bancos do mercado estão presentes na lista. 

Além do Bradesco, que lidera o ranking, e do Itaú Unibanco (ITUB4), que ficou em terceiro lugar, aparecem o Banco do Brasil (BBAS3), em 6º (crescimento de R$ 19,58 bilhões), e o Santander (SANB11) no 12º lugar (R$ 7,57 bilhões). 

O setor de siderurgia aparece logo depois, com duas empresas:

  • 8ª CSN: R$ 11,26 bilhões
  • 18ª Gerdau: R$ 4,5 bilhões

As empresas que mais perderam valor

A Fibria (FIBR3) foi a empresa que mais perdeu valor de mercado em 2016. A empresa valia R$ 28,71 bilhões no final de 2015 e R$ 18,37 bilhões na terça-feira (26). Isso significa uma perda de R$ 10,34 bilhões, ou de 36,02%.

Entre as 20 maiores quedas, o setor com mais representantes é o de papel e celulose, com três empresas.

Veja as empresas que mais perderam:

Empresa/ Perdas

  • 1ª Fibria: R$ 10,34 bilhões
  • 2ª JBS: R$ 8,24 bilhões
  • 3ª Klabin: R$ 6,55 bilhões
  • 4ª Embraer: R$ 6,23 bilhões
  • 5ª Suzano Papel e Celulose: R$ 5,63 bilhões
 

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