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Ouça o Giro UOL Economia com os destaques desta terça, 14 de junho

Vinícius Garcia

Do UOL, em São Paulo

Mercado financeiro

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou em queda de 2,04%, para 48.648, 3 pontos. A baixa se deve à desvalorização das ações da Petrobras e da Vale, que caíram mais de 3%.

Já no mercado de câmbio, o dólar teve queda de 0,19%, cotado em R$ 3,48. Com isso, a moeda quebra uma sequência de três altas seguidas.

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Maior do que se pensava

O Ministério do Planejamento informou que o custo do reajuste dos servidores públicos será quase R$ 15 bilhões maior do que o previsto. Antes estimado em R$ 52,9 bilhões, o impacto para os cofres do governo será de R$ 67,7 bilhões entre 2016 e 2018.

O cálculo foi refeito após questionamento do jornal Valor Econômico. De acordo com o ministério, houve erro técnico na apuração dos impactos.

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Nada saudável

Entre maio de 2015 e maio deste ano, cerca de 1,6 milhão de brasileiros deixaram de ter plano de saúde, uma redução de 3,1%. O número de beneficiários caiu de 50,1 milhões para 48,6 milhões no período.

Os dados são da ANS, a Agência Nacional de Saúde Suplementar.

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Pago quando puder

A presidente afastada, Dilma Rousseff, poderá ter as contas de 2015 rejeitadas pelo TCU pela forma como resolveu as chamadas pedaladas fiscais.  As contas de 2014 já tinham sido rejeitadas.

Para o tribunal, não havia dinheiro previsto no orçamento para pagar quase R$ 40 bilhões das contas pendentes desde 2014. Dilma então fez medidas provisórias que permitiram quitar essas despesas, o que para os procuradores é irregular.

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Básico virou luxo

Prato típico do brasileiro, o preço do feijão com arroz disparou neste ano. A alta maior é a do feijão, que subiu 33,49% em 2016. Nos últimos 12 meses, o aumento é de 41,62%. Os dados são do IBGE.

A alta é explicada pelos efeitos climáticos do El Niño na região Sul do país, que prejudicam as lavouras.

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Procura-se compradores

As vendas de imóveis novos em São Paulo tiveram queda de 46% na comparação com o mesmo mês de 2015. Em relação a março, as vendas subiram 10,5%. As 4.038 unidades vendidas até abril de 2016 representaram recuo de 18% sobre o mesmo período de 2015. Essa é a pior queda desde 2004.

O sindicato da habitação de São Paulo, que divulgou os dados, aponta que a tendência é de "ligeiro crescimento" do setor em 2017.

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Agenda

Amanhã a Fundação Getúlio Vargas divulga o IGP-10 de junho. Já o IBGE anuncia a Pesquisa Mensal de serviços de abril.

Também amanhã, o Banco Central vai divulgar o fluxo cambial dessa semana.

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