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Ouça o Giro UOL Economia com os destaques desta quarta, 14 de dezembro

Do UOL, em São Paulo

'Efeito FED'

A Bolsa fechou em queda de 1,8%, com 58.212,12 pontos. Esse é o menor nível de fechamento desde 26 de setembro. A baixa da Bovespa se intensificou no fim da tarde, depois que o FED (Federal Reserve, o banco central dos EUA) elevou a taxa de juros no país.

Com isso, as ações da Petrobras, da mineradora Vale e dos bancos foram puxadas para baixo. Só os papéis da Petrobras caíram 4,6%.

O dólar subiu 0,22%, cotado em R$ 3,333, depois de sete quedas seguidas.

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Juros na terra do Tio Sam

O banco central dos Estados Unidos (Federal Reserve, ou Fed) decidiu subir a taxa básica de juros. A taxa vai ficar entre 0,5% e 0,75%. Essa decisão é importante para o Brasil e pode mexer com o seu bolso. Desde o fim de 2008 até dezembro de 2015, a taxa ficou em 0,25%.

Os EUA são considerados a economia mais segura do mundo. Por isso, é natural que os investidores queiram aplicar dinheiro lá – a menos que outros lugares paguem bem mais para compensar o risco maior de calote. É o que acontece com o Brasil, que tem risco maior e paga juros mais altos aos investidores para compensar. Um aumento da taxa de juros lá, ainda que mínimo, pode fazer investidores tirarem dinheiro de outros países e levarem para os EUA.

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Empurrãozinho na economia

O governo de Michel Temer apresenta amanhã um conjunto de medidas de estímulo à economia. O pacote vai incluir iniciativas para facilitar a tomada de crédito por empresas e pessoas físicas.

Segundo a versão oficial do Palácio Planalto, um dos objetivos é desburocratizar a aprovação de empréstimos em todo o sistema financeiro nacional, o que turbinaria os investimentos do setor produtivo e o consumo das famílias.

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Serviços encolhidos

O setor de serviços no país encolheu em outubro pelo 19º mês seguido. As empresas da área faturaram 7,6% a menos em relação ao mesmo mês do ano anterior. A queda foi a pior para o mês de outubro desde 2012.

Com esses resultados, a queda acumulada em 2016 chegou a 5%. Em 12 meses, a queda é de 5,1%. Os dados são do IBGE.

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Desemprego na América Latina

O desemprego na América Latina e no Caribe subiu neste ano para o nível mais alto desde o início da década passada, chegando a 8,1%. O resultado foi influenciado pela contração da economia da região, principalmente no Brasil, na Argentina e na Venezuela. Os dados preliminares foram divulgados pela OIT (Organização Internacional do Trabalho).

A taxa de desemprego deu um salto de 1,5 ponto percentual frente aos 6,6% do ano passado. A expectativa é que, em 2017, o desemprego atinja 8,4% da população latino-americana e caribenha.

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Voos mais baratos?

O presidente da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), Eduardo Sanovicz, prometeu que as grandes companhias aéreas nacionais vão diminuir o preço das passagens aéreas a partir de março do ano que vem, quando entram em vigor novas normas no setor aéreo.

Entre as novas regras está a que permite que as empresas cobrem os passageiros pelas bagagens despachadas. Hoje, as empresas são obrigadas a dar a todos os passageiros uma franquia de 23 quilos para voos nacionais e 64 quilos para voos internacionais. Sanovicz lembra que essa franquia não é de graça, já que o valor é embutido no preço dos bilhetes e afeta até mesmo quem não despacha bagagens.

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Agenda

Amanhã o Banco Central divulga os dados de outubro do IBC-Br, que é considerado uma prévia informal do PIB.

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