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Bolsonaro: valor do auxílio emergencial é 'pouco', mas é o que podemos dar

Jair Bolsonaro diz que endividamento impede maior valor para o auxílio emergencial - Reuters
Jair Bolsonaro diz que endividamento impede maior valor para o auxílio emergencial Imagem: Reuters

Do UOL, em São Paulo

19/03/2021 10h47Atualizada em 19/03/2021 10h59

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), admitiu hoje que o valor da segunda rodada de auxílio emergencial não é o ideal, mas disse que era o máximo que poderia oferecer para não exceder no endividamento.

Ontem, o governo divulgou as regras do benefício que atenderá desempregados e trabalhadores informais afetados pela nova onda da pandemia de covid-19. Serão quatro parcelas que variam de R$ 150 a R$ 375, valor inferior às parcelas de R$ 600 do ano passado.

"Pouco, mas é o que a nação pode dar. São R$ 44 bilhões de endividamento", disse Bolsonaro em um trecho de uma conversa com apoiadores divulgada pelo seu assessor especial Tenente Mosart Aragão no Twitter.

Apesar de o Congresso ter autorizado a liberação de R$ 44 bilhões para o auxílio, com a aprovação da PEC Emergencial, o governo afirmou que o programa custará R$ 43 bilhões, incluindo os custos operacionais.

Bolsonaro tem sido criticado pela oposição pela demora na aprovação de uma nova rodada do auxílio emergencial e pela diminuição do valor. A previsão é que o pagamento tenha início em abril.

Serão beneficiadas 45,6 milhões de pessoas, 22,6 milhões a menos do que no auxílio emergencial de R$ 600, pago em meados do ano passado (68,2 milhões de pessoas).

Só vai receber o novo auxílio quem já recebeu no ano passado e, portanto, já está inscrito nos cadastros públicos usados para a análise dos pedidos. Quem não faz parte dos cadastros não receberá o benefício, visto que não haverá novos pedidos. Conforme antecipou o UOL, o pagamento do novo auxílio será limitado a um beneficiário por família.

Qual será o valor?

O valor do auxílio dependerá da condição de cada benefício:

  • Para quem mora sozinho: R$ 150
  • Famílias com mais de uma pessoa e que não são chefiadas por mulheres: R$ 250
  • Famílias chefiadas por mulheres: R$ 375

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