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2 mil litros de azeite apreendido serão usados para produzir biocombustível

Ministério da Agricultura doa cerca de 2,1 mil litros de azeite fraudado - Divulgação/Ministério da Agricultura
Ministério da Agricultura doa cerca de 2,1 mil litros de azeite fraudado Imagem: Divulgação/Ministério da Agricultura

Colaboração para o UOL

18/07/2022 16h05Atualizada em 18/07/2022 16h16

O Ministério da Agricultura doou ao Hospital Pequeno Cotolengo, em Curitiba (PR), cerca de 2,1 mil litros de azeite de oliva que foram apreendidos durante uma ação de fiscalização em dezembro do ano passado. O produto será transformado em biodiesel.

Segundo a pasta, o azeite apreendido durante fiscalização do SIPOV (Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal), da SAF-PR (Superintendência Federal de Agricultura no Paraná), foi considerado impróprio para a alimentação humana por causa do desconhecimento sobre sua composição. Por isso, deve ser destinado a outro fim, principalmente para usos industriais, como a fabricação de biodiesel.

A operação de fiscalização retirou 4,2 mil frascos de 500 ml de azeite falsificado das prateleiras dos supermercados, atacadistas e distribuidores localizados no Paraná.

"Além da apreensão, a empresa responsável foi autuada em processo administrativo, com imposição de multa. O processo também será encaminhado ao Ministério Público para demais apurações de competência desse órgão", explicou José Roberto Viccino, auditor fiscal federal agropecuário, do SIPOV - SFA/PR, responsável pela fiscalização.

De acordo com o ministério, atualmente, o azeite de oliva é o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, atrás apenas do pescado. A fraude mais comum é a mistura de óleo de soja com corantes e aromatizantes artificiais. Também são encontrados casos de azeite de oliva refinado vendido como azeite extra virgem.