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Consumo maior faz China afrouxar restrições à importação de carne bovina

Hallie Gu e Josephine Mason

PEQUIM, 24 Ago (Reuters) - A China, maior mercado de carnes do mundo, está afrouxando antigas restrições sobre as importações de carne bovina de principais fornecedores para alimentar a crescente demanda da classe média do país por bifes e costelas.

Ao longo das últimas décadas, Pequim suspendeu as importações de carne bovina de países europeus e dos Estados Unidos durante surtos da doença da vaca louca.

Preocupações com a doença estão diminuindo após inspeções mais rigorosas de produtos estrangeiros, enquanto chineses estão buscando fontes mais saudáveis de proteína e adotando mais hábitos de alimentação ocidentais.

A carne bovina é agora a que tem o maior crescimento de consumo na China, superando a demanda estagnada pela carne suína, consumida mais amplamente, uma vez que consumidores estão tentando reduzir a gordura de suas dietas.

Mas a oferta não deverá acompanhar a demanda, dado o alto custo de criação de gado na China, levando o governo a repensar suas restrições de importação.

Após anos de lobby, os Estados Unidos obtiveram sucesso em ter a suspensão retirada em junho, encerrando uma proibição de 14 anos desencadeada por um caso de doença da vaca louca no Estado de Washington. A China também deu o aval para a carne bovina da África do Sul e Irlanda mais cedo neste ano, e na terça-feira disse que está considerando importar carne bovina da Namíbia.

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