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GPA tem alta de 8% no lucro líquido do 1º trimestre

SÃO PAULO (Reuters) - O GPA, controlador de redes de supermercados que incluem o Pão de Açúcar, teve lucro líquido consolidado de 226 milhões de reais no primeiro trimestre, crescimento de 7,8 por cento na comparação com o mesmo período do ano passado, apesar da deflação de alimentos.

O resultado medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) somou 503 milhões de reais, baixa de 1,4 por cento ante mesma etapa de 2017, com a margem recuando 0,4 ponto percentual, para 4,4 por cento.

Em termos ajustados, o Ebitda subiu 14,6 por cento, para 546 milhões de reais, e a margem avançou 0,3 ponto percentual, para 4,8 por cento.

O lucro consolidado para acionistas controladores, base para a distribuição de dividendos da companhia, foi de 150 milhões de reais nos três meses encerrados em março, crescimento de 24,3 por cento na comparação anual.

A companhia, que tem o Carrefour Brasil como principal rival no país, teve crescimento de 7,5 por cento na receita líquida do primeiro trimestre, para 11,34 bilhões de reais.

A margem bruta consolidada da companhia foi de 22,5 por cento nos três meses encerrados em março, queda de 0,4 ponto percentual, contida por crescimento de 0,9 ponto na divisão de atacarejo Assaí, que ficou em 15,4 por cento.

Além da deflação de alimentos, a companhia sofreu no período impacto de incêndio ocorrido em um grande centro de distribuição na região metropolitana de São Paulo no final de dezembro.

"Após os ajustes implementados na política comercial em março e a normalização das operações do CD de Osasco (SP), foi observada uma boa tendência de receita bruta 'mesmas lojas' nos formatos de Extra Hiper, que cresceu 15,3 por cento, e do Pão de Açúcar com evolução de 11 por cento", afirmou o GPA no balanço.

O GPA afirmou que a receita líquida do Assaí, divisão que tem concentrado investimentos da rede nos últimos meses, subiu 25,2 por cento no primeiro trimestre, mas o custo das mercadorias vendidas avançou 23,9 por cento.

A empresa terminou março com 91 mil funcionários, mesmo nível de um ano antes. As despesas gerais e administrativas consolidadas tiveram leve redução, para 241 milhões de reais.

(Por Alberto Alerigi Jr.)

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