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Taxas curtas de juros voltam a cair na B3

O mercado financeiro voltou a apostar mais fichas na possibilidade de um juro básico Selic mais baixo até o fim de 2018. As taxas de contratos de juros futuros nesse intervalo tornaram a cair, com firme volume de negócios no pregão da B3.


O principal argumento do mercado para ampliar apostas em taxas de juros mais baixas é o contexto de inflação benigna e surpreendendo para baixo. E hoje os agentes tiveram novo dado para embasar esse "trade". O IGP-M de julho recuou 0,72%, ante taxa negativa de 0,67% em junho. É o quarto mês seguido de deflação.


Ao fim do pregão regular, o DI janeiro/2018 caía a 8,270% (8,280% no ajuste anterior).


O DI janeiro/2019 cedia a 8,080% (8,140% no ajuste anterior). Quase 230 mil contratos foram negociados para esse vencimento até o momento.


O DI janeiro/2021 recuava a 9,330% (9,350% no ajuste anterior).


E o DI janeiro/2023 subia a 9,910% (9,890% no ajuste anterior).


O contrato mais negociado hoje é o de outubro/2017, que reflete apostas para a decisão do Copom de setembro. Quase 270 mil ativos foram transacionados nesse vértice. A taxa caía de 8,833% para 8,822%.

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