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Dólar zera queda com ruído sobre Previdência e fecha em leve alta

O dólar abandonou a queda verificada em boa parte da sessão e fechou em leve alta contra o real nesta segunda-feira, em mais um dia em que investidores avaliaram as sinalizações sobre a reforma da Previdência.


O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltou a concentrar as atenções hoje. Em entrevista a jornalistas, Maia admitiu que "não é fácil" votar o projeto da reforma da Previdência até terça-feira da próxima semana. O governo passou a trabalhar com os dias 18 ou 19 de dezembro para levar o texto ao plenário da Câmara.


Os comentários voltaram a esfriar qualquer otimismo com a possibilidade de votação e aprovação da PEC ainda neste ano. Com isso entrando nos cenários-base do mercado, a dúvida é se os preços dos ativos tendem a piorar muito mais ou se o efeito negativo de uma eventual confirmação de não votação seria limitado.


O fortalecimento do dólar ocorreu ainda em sintonia com o movimento externo. Por volta de 11h15, quando a moeda passou a tomar fôlego aqui, o dólar acelerou os ganhos frente à lira turca e ao peso mexicano.


Apesar das incertezas, o Citi ainda considera que o cenário externo benigno e a "bastante sólida" conta corrente brasileira devem amparar o real nos próximos meses. O banco estima que o dólar terminará 2017 em torno de R$ 3,15 e chegará ao fim de 2018 ao redor de R$ 3,21.


Nesta segunda-feira, o dólar comercial teve variação positiva de 0,06%, a R$ 3,2969.


Na mínima, a cotação recuou 0,64%, a R$ 3,2740.


O dólar para janeiro tinha alta de 0,33%, a R$ 3,3100.

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