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Indicador Antecedente da FGV recua em maio

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil, publicado pela Fundação Getulio Vargas e pelo The Conference Board (TCB) caiu 1,0%, entre abril e maio, para 116,0 pontos. Das oito séries componentes, quatro contribuíram para a queda do indicador, com destaque para o Ibovespa, que recuou 10,9%.

Já o Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE), que mensura as condições econômicas atuais variou -0,1%, no mesmo período para o país.

"O recuo significativo do IACE em maio reflete uma deterioração das expectativas representadas em seus componentes" afirma Paulo Picchetti da FGV. "As dificuldades de aprovação das reformas necessárias para a melhora do quadro fiscal, bem como os desdobramentos da greve dos caminhoneiros, pioraram a percepção com relação à retomada do nível de atividades, que já vinha sendo considerada modesta."

O IACE reúne oito componentes da economia brasileira: taxa referencial de swaps DI pré-fixada 360 dias, do Banco Central; Ibovespa; Índices de Expectativas da Indústria, dos Serviços e do Consumidor, todos da FGV; produção física de bens de consumo duráveis, do IBGE; Índice de Termos de Troca e Índice de Quantum de Exportações, ambos da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex).

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