Depois de almoço com Dilma, chefes de Estado vão para o Maracanã
Sob forte esquema de segurança, os chefes de Estado recebidos em almoço oferecido pela presidente Dilma Rousseff, no Palácio Guanabara, sede do Executivo fluminense, foram ha pouco para o Maracanã.
A chanceler alemã Angela Merkel e o presidente do país, Joachim Gauck, participaram do encontro, ao lado do presidente russo, Vladimir Putin.
Previsto no encontro, o presidente da Ucrânia, Petro Poroschenko, cancelou de última hora a vinda ao Brasil, evitando o encontro com Putin. Ucrânia e Rússia estão envolvidas na crise da Crimeia.
Antes do almoço Merkel e Putin tiveram um encontro reservado nas dependências do Palácio para tratar da crise na região.
Também participaram do encontro os presidentes da África do Sul, Jacob Zuma; do Gabão, Ali-Ben Bongo Ondimba; da Namíbia, Hifikepunye Pohamba; e os primeiros-ministros da Hungria, Viktor Orbán; Antígua e Barbuda, Gaston Browne; e Trinidad e Tobago, Kamla Persad-Bissessar.
A presidente argentina Cristina Kircher não veio ao Brasil para a final da Copa. Em carta enviada à presidente Dilma na quinta-feira, Cristina disse que a ausência era devido a uma inflamação na garganta. A presidente argentina afirmou que precisava estar bem de saúde para o aniversário de seu neto, amanhã.
A comitiva foi em comboio até o estádio, onde as autoridades assistirão à cerimônia de encerramento da Copa do Mundo antes da partida final da competição, entre Alemanha e Argentina, ao lado da presidente Dilma.
A segurança dos chefes de Estado conta com homens da Polícia Militar, exército, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Corpo de Bombeiros. A Rua Pinheiro Machado, endereço do Palácio Guanabara, e o Túnel Santa Bárbara, que dá acesso ao Maracanã, foram fechados desde a manhã para a passagem do comboio. Atiradores de elite ficaram de prontidão no teto do palácio.
A chanceler alemã Angela Merkel e o presidente do país, Joachim Gauck, participaram do encontro, ao lado do presidente russo, Vladimir Putin.
Previsto no encontro, o presidente da Ucrânia, Petro Poroschenko, cancelou de última hora a vinda ao Brasil, evitando o encontro com Putin. Ucrânia e Rússia estão envolvidas na crise da Crimeia.
Antes do almoço Merkel e Putin tiveram um encontro reservado nas dependências do Palácio para tratar da crise na região.
Também participaram do encontro os presidentes da África do Sul, Jacob Zuma; do Gabão, Ali-Ben Bongo Ondimba; da Namíbia, Hifikepunye Pohamba; e os primeiros-ministros da Hungria, Viktor Orbán; Antígua e Barbuda, Gaston Browne; e Trinidad e Tobago, Kamla Persad-Bissessar.
A presidente argentina Cristina Kircher não veio ao Brasil para a final da Copa. Em carta enviada à presidente Dilma na quinta-feira, Cristina disse que a ausência era devido a uma inflamação na garganta. A presidente argentina afirmou que precisava estar bem de saúde para o aniversário de seu neto, amanhã.
A comitiva foi em comboio até o estádio, onde as autoridades assistirão à cerimônia de encerramento da Copa do Mundo antes da partida final da competição, entre Alemanha e Argentina, ao lado da presidente Dilma.
A segurança dos chefes de Estado conta com homens da Polícia Militar, exército, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Corpo de Bombeiros. A Rua Pinheiro Machado, endereço do Palácio Guanabara, e o Túnel Santa Bárbara, que dá acesso ao Maracanã, foram fechados desde a manhã para a passagem do comboio. Atiradores de elite ficaram de prontidão no teto do palácio.
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