Belarus quer um novo acordo marco com a União Europeia
Moscou, 4 jan (EFE).- Belarus quer desenvolver suas relações com a União Europeia sobre a base de um novo acordo marco que permita superar as diferenças que há entre Minsk e os vinte E oito.
"Devemos conseguir que no futuro as relações com a UE sejam construídas sobre a base de um novo acordo marco", disse na noite de domingo o ministro das Relações Exteriores bielorrusso, Vladimir Makey, à televisão estatal "Belarus 1".
Makey lembrou as relações exteriores entre Minsk e Bruxelas se movimentam dentro de "acordos entre a (extinta) União Soviética e a (também extinta) Comunidade Econômica Europeia".
Makey reiterou que a cooperação deve excluir o instrumento das sanções e pediu aos vinte E oito o levantamento total das restrições que ainda pesam contra quatro cidadãos bielorrussos, envolvidas segundo Bruxelas "em desaparições não resolvidas" e que seguem sem poder viajar à UE e com seus bens congelados.
No final do outubro passado o Conselho da UE suspendeu por um prazo de quatro meses as sanções que afetavam 170 pessoas "em resposta à libertação de todos os presos políticos bielorrussos em 22 de agosto e no contexto de relações bilaterais que vão melhorando".
Ao atual degelo entre Belarus e a UE contribuiu a decisão do presidente bielorrusso, Aleksandr Lukashenko, de indultar em agosto seis opositores detidos após a violenta repressão dos protestos pós-eleitorais de dezembro de 2011, entre eles o ex-candidato presidencial Nikolai Statkevich.
Seguidamente, apesar dos observadores internacionais desaprovarem a vitória de Lukashenko nas eleições presidenciais de 11 de outubro, a UE destacou mudanças positivas, como que a oposição não tinha sido reprimida.
Lukashenko, no poder desde 1994 e tachado no Ocidente como o último ditador da Europa, nunca respaldou nem a anexação russa da península da Crimeia e nem a rebeldia pró-russa no leste da Ucrânia.
Além de manter uma boa relação com o presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, presidiu em Minsk tanto em setembro de 2014 como em fevereiro as negociações de paz entre Kiev e os rebeldes, que tiveram a participação dos líderes da Rússia, Alemanha e França.
"Devemos conseguir que no futuro as relações com a UE sejam construídas sobre a base de um novo acordo marco", disse na noite de domingo o ministro das Relações Exteriores bielorrusso, Vladimir Makey, à televisão estatal "Belarus 1".
Makey lembrou as relações exteriores entre Minsk e Bruxelas se movimentam dentro de "acordos entre a (extinta) União Soviética e a (também extinta) Comunidade Econômica Europeia".
Makey reiterou que a cooperação deve excluir o instrumento das sanções e pediu aos vinte E oito o levantamento total das restrições que ainda pesam contra quatro cidadãos bielorrussos, envolvidas segundo Bruxelas "em desaparições não resolvidas" e que seguem sem poder viajar à UE e com seus bens congelados.
No final do outubro passado o Conselho da UE suspendeu por um prazo de quatro meses as sanções que afetavam 170 pessoas "em resposta à libertação de todos os presos políticos bielorrussos em 22 de agosto e no contexto de relações bilaterais que vão melhorando".
Ao atual degelo entre Belarus e a UE contribuiu a decisão do presidente bielorrusso, Aleksandr Lukashenko, de indultar em agosto seis opositores detidos após a violenta repressão dos protestos pós-eleitorais de dezembro de 2011, entre eles o ex-candidato presidencial Nikolai Statkevich.
Seguidamente, apesar dos observadores internacionais desaprovarem a vitória de Lukashenko nas eleições presidenciais de 11 de outubro, a UE destacou mudanças positivas, como que a oposição não tinha sido reprimida.
Lukashenko, no poder desde 1994 e tachado no Ocidente como o último ditador da Europa, nunca respaldou nem a anexação russa da península da Crimeia e nem a rebeldia pró-russa no leste da Ucrânia.
Além de manter uma boa relação com o presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, presidiu em Minsk tanto em setembro de 2014 como em fevereiro as negociações de paz entre Kiev e os rebeldes, que tiveram a participação dos líderes da Rússia, Alemanha e França.
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