Tecnologia para telas potencializa mercado de sinalização digital em 2017

São Paulo, 22 fev (EFE).- A tecnologia para o desenvolvimento das telas audiovisuais e o uso da comunicação dinâmica segmentada potencializam neste ano o mercado de sinalização digital, uma das apostas do Digital Signage Summit, evento do setor que será realizado no final de maio no Brasil.

O encontro, que acontecerá pela primeira vez em solo brasileiro, reunirá nos dias 23 e 24 de maio em São Paulo profissionais da área audiovisual e de outros setores interessados em conhecer as tendências e novas tecnologias que permitam o crescimento de diversos negócios.

Segundo especialistas, 2017 foi catalogado como um ano "revolucionário" para a evolução das tecnologias aplicadas em telas, que cada vez ganham mais tamanho, brilho e pontos menores de alta resolução.

O avanço desse segmento caminha junto com o da publicidade digital e, por isso, em paralelo ao Digital Signage Summit, será realizada nas mesmas instalações da Expo São Paulo a feira TecnoMultimídia InfoComm Brasil 2017, que terá sua quarta edição no país após várias nos Estados Unidos.

"Além de ter acesso às novidades do setor, é importante que o profissional de áudio e vídeo esteja atualizado e preparado para trabalhar com as novas tecnologias", afirmou Víctor Alarcón, gerente da feira.

Assim, com o avanço da tecnologia aplicada nas telas e o da publicidade, a sinalização digital se transforma em uma comunicação "rápida, direta, atual e eficaz", que transmite informação personalizada através de 'displays' eletrônicos, bastante usados pelo mercado de notícias e entretenimento.

As telas, cada vez com menos espessura e mais nitidez, se encaixam e instalam facilmente em espaços menores, dando uma ferramenta a diferentes campos, o que dá potência a um mercado em expansão para esses artigos.

Segundo a empresa de consultoria Markets & Markets, esse mercado de telas em nível global tende a crescer 8,18% na média anual até 2020, com uma grande participação do Brasil, um país no qual o desenvolvimento audiovisual é "um desafio", de acordo com os organizadores da feira.

A influência da internet na convergência de áudio e vídeo e as mudanças previstas no cenário mundial até 2023 serão analisadas em ambos encontros.

O Brasil, por exemplo, tem o incentivo de uma lei que estabelece cotas de conteúdo nacional na televisão.

Em 2014, o setor de serviços audiovisuais do país injetou R$ 24,5 bilhões à economia e um ano depois, em 2015, movimentou US$ 1,74 bilhão em importações e exportações.

"É um mercado em expansão e com grande potencial de inovações, mas que ainda tem à frente o desafio de migrar totalmente do analógico para o digital e modernizar-se", opinou Alarcón.

A feira, que deve ser visitada por mais de 8.000 pessoas, é realizada pela InfoComm e pela Latinpress.

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