ipca
-0,09 Ago.2018
selic
6,5 19.Set.2018
Topo

Dow Jones fecha em baixa de 0,5%

13/04/2018 17h49

Nova York, 13 abr (EFE).- O índice Dow Jones Industrial fechou nesta sexta-feira em baixa de 0,5%, em um dia marcado pela queda de grandes entidades bancárias após os resultados trimestrais divulgados hoje.

Ao final do pregão, o principal indicador da Bolsa de Nova York perdeu 122,91 pontos e chegou a 24.360,14. Já o seletivo S&P 500 caiu 0,29%, até 2.656,30, enquanto o índice composto da Nasdaq recuou 0,47%, para 7.106,65 pontos.

O dia de hoje foi o primeiro mais intenso de resultados trimestrais empresariais, marcado pelos informados por três dos mais importantes grupos bancários do país.

Os lucros divulgados por JPMorgan Chase, Wells Fargo e Citigroup estiveram acima do que esperavam os analistas, o que gerou altas destes três grupos nos primeiros minutos da pregão.

No entanto, após uma análise mais profunda, o pregão nova-iorquino viu deficiências em algumas atividades, o que transformou em perdas os lucro iniciais e, ao final, esses retrocessos contagiaram o restante de Wall Street.

Entre os dados analisados esteve a medíocre evolução no crescimento de empréstimos, receitas por cartões de créditos e créditos para a compra de automotores.

Por essa razão, o setor financeiro foi o mais castigado hoje, com uma queda de 1,55%, enquanto o energético liderou as altas setoriais, graças a um avanço de 1,09%.

Dentro do grupo do Dow Jones, a queda mais pronunciada foi do principal banco do país, JPMorgan Chase, que perdeu 2,71%, seguido por Boeing (-2,43%) e Intel (-1,63%).

No mesmo grupo os maiores avanços foram dos papeis de General Electric (2,35%), Coca-Cola (1,09%) e ExxonMobil (0,0%).

Fora do Dow Jones, o Wells Fargo, segundo grupo bancário americano por ativos, terminou com uma queda de 3,43%, enquanto o Citigroup, o que tem a maior expansão internacional, perdeu 1,55%.

Em outros mercados, a onça do ouro subiu para US$ 1.347,3, enquanto a rentabilidade do bónus do Tesouro a dez anos recuava até 2,825%.

Mais Economia