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Machu Picchu continuará fechada para turistas até novembro, diz ministro

09/10/2020 13h00

Lima, 8 out (EFE).- As ruínas da cidadela inca de Machu Picchu, a maior atração turística do Peru, não serão reabertas ao turismo antes de novembro, anunciou nesta quinta-feira o ministro da Cultura peruano, Alejandro Neyra.

Embora o dia 1º de julho tenha sido inicialmente estabelecido como a data para o retorno dos turistas a Machu Picchu, a reabertura foi adiada sem uma data definida após o agravamento da situação da pandemia em Cusco, que teve que permanecer mais tempo confinada do que o resto do país.

"Ainda não há uma data exata. Estamos nos reunindo com os ministros e, na próxima semana, haverá um grande lançamento do setor do turismo que anunciará a retomada das atividades turísticas com destinos seguros", disse Neyra à agência oficial "Andina".

O ministro da Cultura confirmou que, uma vez permitida a entrada dos visitantes, apenas 675 turistas por dia entrarão em Machu Picchu, 30% da capacidade na estação normal, e em grupos de oito pessoas no máximo, acompanhados por um guia, entre os quais terão que manter uma distância de pelo menos 1,5 metro.

A joia arquitetônica dos incas está fechada para os turistas desde 15 de março, quando o presidente peruano, Martín Vizcarra, decretou uma proibição nacional e o fechamento de todas as fronteiras, com uma rígida quarentena que derrubou a economia.

Na segunda-feira passada, o governo peruano reabriu as fronteiras para voos internacionais regulares com sete países latino-americanos: Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Panamá, Paraguai e Uruguai.

O Peru é o país com a maior taxa de mortalidade do mundo para a Covid-19, com 101 mortes por 100 mil habitantes, e é o sétimo colocado em casos confirmados, com mais de 835 mil contágios. EFE

fgg/vnm