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Indicador Antecedente Composto cai 0,3% em maio, dizem FGV e Conference Board

Thaís Barcellos

São Paulo

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil caiu 0,3% entre abril e maio, para 107,2 pontos, divulgaram nesta terça-feira, 13, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e o Conference Board.

A incerteza política é citada pelo pesquisador do Ibre/FGV Paulo Picchetti como a causa do recuo do indicador em maio, observado em quatro das oito séries componentes do IACE: o Índice de Expectativas do Setor de Serviços (-0,4%), o Índice de Termos de Troca (-3,8%), o Ibovespa (-4,1%) e Índice de quantum de exportações (-4,4%).

No mesmo período, o Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE), que mensura as condições econômicas atuais, caiu 0,4%, para 98,0 pontos. Mas as instituições afirmam que nas variações semestrais o índice permaneceu no terreno positivo pelo quarto mês consecutivo.

Assim, Picchetti analisa que o ICCE ainda aponta no sentido de uma retomada, ainda que lenta, do nível de atividade. "No entanto, o aumento da incerteza decorrente do quadro político resultou em um novo recuo do IACE, tornando menor a probabilidade desta retomada ser suficiente para reverter a atual fase do ciclo econômico no curto prazo", afirma Picchetti.

O Indicador Antecedente Composto da Economia agrega oito componentes econômicos que medem a atividade econômica no Brasil. Segundo as instituições, a agregação dos indicadores individuais em um índice composto filtra os chamados "ruídos", colaborando para que a tendência econômica efetiva seja encontrada.

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