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Agricultores do PR manifestam apoio aos protestos mas reconhecem danos

Nayara Figueiredo

São Paulo

A Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado do Paraná (Aprosoja-PR) manifestou apoio aos protestos dos caminhoneiros, mas, ao mesmo tempo, reconhece os danos causados a diversas cadeias agropecuárias em razão das paralisações. Em nota, a entidade avaliou que "o valor dos combustíveis tem muita interferência no custo dos produtos agrícolas e, neste momento, o preço do diesel está muito alto, no entanto, (a associação) também entende que muitos produtores rurais, como os de leite e seus derivados, o segmento da avicultura, piscicultura, hortifrutigranjeiros e vários outros setores estão sendo prejudicados por não conseguir escoar as suas produções pelas rodovias do Brasil".

Os motoristas autônomos estão em greve desde a segunda-feira, 21, contra tributos e o reajuste nos preços do óleo diesel.

Para a Aprosoja-PR, a ampla adesão entre os caminhoneiros e outro setores da sociedade deu forças ao movimento e elevou a importância dos pleitos.

"Sabemos que o remédio para vários segmentos vai ser muito amargo, mas estamos conseguindo nos mobilizar", enfatizou a associação paranaense.

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