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Anac: aéreas brasileiras transportam 104,4 milhões de passageiros em 2019

O aeroporto de Guarulhos é origem das cinco rotas com mais atrasos e cancelamentos do país  - Getty Images
O aeroporto de Guarulhos é origem das cinco rotas com mais atrasos e cancelamentos do país Imagem: Getty Images

Cristian Favaro

São Paulo

30/01/2020 15h08

As empresas aéreas brasileiras transportaram um total de 104,4 milhões de passageiros pagos em 2019, em voos domésticos e internacionais, o que representou crescimento de 1,35% em relação aos 103 milhões de passageiros pagos transportados em 2018. Os dados fazem parte do relatório Demanda e Oferta do Transporte Aéreo, divulgado nesta quarta-feira, 29, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

No mercado doméstico, foram transportados 95,3 milhões de passageiros pagos no ano passado, 1,7% a mais que o verificado em 2018.

A demanda por voos domésticos (medida em passageiros quilômetros pagos — RPK) cresceu 0,8% e a oferta de assentos diminuiu 1%, resultando em uma taxa média de ocupação de aeronaves de 82,7% durante 2019, que superou o aproveitamento de 81,3% verificado no ano anterior.

Considerando apenas dezembro de 2019, a demanda por voos domésticos cresceu 1,2% e a oferta aumentou 1,9%. No mês, foram 8,9 milhões de passageiros pagos transportados (3,6% a mais que no mesmo mês de 2018) e 83,8% de taxa de ocupação.

Participação

A Gol fechou dezembro de 2019 na liderança do mercado de voos domésticos, com uma fatia de 38,6%, sendo seguida pela Latam (37,7%) e Azul (23,3%). Em relação ao mesmo mês de 2018, a Azul foi a aérea que mais ganhou mercado, com crescimento de 24,2%, sendo seguida por Latam (21,7%) e Gol (1,8%). Juntas, elas atendem 99,6% do mercado nacional.

No mercado internacional operado por aéreas brasileiras, em dezembro de 2019 a liderança permaneceu com a Latam, com 65,5% de participação, seguida por Azul (22,5%) e Gol (12%).

A Azul cresceu 47,9% em relação aos 15,2% que detinha no mesmo mês de 2018. Na mesma base de comparação, a Latam cresceu 2,5% em relação aos 63,9% que possuía e a Gol recuou 2,1% em relação aos 12,3% que possuía.

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