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Pedidos de seguro-desemprego caem 4,3% na primeira quinzena de julho

Em 2020, as solicitações do benefício subiram 13,4% em relação ao mesmo período de 2019 - Adailton Damasceno/Futura Press/Estadão Conteúdo
Em 2020, as solicitações do benefício subiram 13,4% em relação ao mesmo período de 2019 Imagem: Adailton Damasceno/Futura Press/Estadão Conteúdo

Lorenna Rodrigues

22/07/2020 18h39Atualizada em 22/07/2020 21h06

Apesar de ainda crescerem no acumulado do ano, os pedidos de seguro-desemprego desaceleraram na primeira quinzena de julho. Até o dia 15, o governo federal recebeu 288.845 pedidos de seguro-desemprego, um valor 1,9% menor do que no mesmo período do ano passado e 4,3% menor que na quinzena anterior.

Em 2020, as solicitações do benefício subiram 13,4% em relação ao mesmo período de 2019 e somam 4,239 milhões. Com a necessidade de isolamento social imposta pela pandemia, 54,1% dos requerimentos foram feitos pela internet neste ano.

Em julho, os três Estados com maior número de pedidos foram São Paulo (90.881), Minas Gerais (31.740) e Rio de Janeiro (24.280).

O pico de pedidos de seguro desemprego neste ano foi registrado na primeira quinzena de maio, quando foram feitas 504.313 solicitações.

O seguro desemprego é pago ao trabalhador com carteira assinada demitido sem justa causa. O trabalhador tem até 120 dias após a demissão para pedir o benefício, que pode ser solicitado via internet por meio do portal de serviços do governo e pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital.

É necessário cumprir algumas regras, como ter recebido salários em pelo menos 12 meses nos últimos 18 meses na primeira solicitação e não estar recebendo benefício de prestação continuada da Previdência Social.

Errata: o texto foi atualizado
A matéria publicada anteriormente continha uma incorreção no primeiro e terceiro parágrafos. Os dados divulgados nesta quarta-feira sobre os pedidos de seguro desemprego referem-se à primeira quinzena de julho e não em junho, como constou.