Taxas de juros têm viés de alta com curva dos EUA, após veto à desoneração e com Haddad no foco

Enquanto o mercado de juros acompanha a entrevista coletiva do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e repercute os vetos do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao projeto de lei da desoneração, o viés é de alta nos juros futuros na manhã desta sexta-feira, 24, em sintonia com a curva de juros dos Estados Unidos. Haddad disse há pouco não acreditar que a tensão entre o Legislativo e Judiciário travará votações importantes no Congresso.

Ele disse ainda que levou o parecer da Procuradoria-Geral da União (PGU) para convencê-lo a vetar a desoneração.

A LCA avalia em nota que a desoneração é positiva do ponto de vista fiscal, mas muito incerta do ponto de vista político.

Às 9h44, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2025 estava na máxima de 10,510%, de 10,491% no ajuste anterior.

O DI para janeiro de 2027 ia para máxima de 10,395%, de 10,350%, e o para janeiro de 2029 subia a 10,800%, de 10,759% no ajuste de ontem.

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