DIs sobem com Treasuries e Guillen no radar; juros curtos ficam estáveis após PIM

Os juros futuros abriram esta sexta-feira, 1, em baixa, após a Pesquisa Industrial Mensal (PMI) mostrar que a produção industrial veio mais fraca e em meio ao recuo do dólar e retornos dos Treasuries. Logo depois os médios e longos passaram a subir, conforme os yields dos Treasuries reduziram a queda. Os juros curtos operam estáveis, indicando influência limitada do resultado da produção industrial, com alta de 0,1% em outubro ante setembro, abaixo da mediana das previsões (0,4%).

O mercado também monitora o diretor de Política Econômica do Banco Central, Diogo Abry Guillen, que disse mais cedo que o Comitê de Política Monetária (Copom) debateu nas últimas reuniões quando a moderação da atividade doméstica viria, visto que os resultados da economia vieram mais forte que o esperado em 2022 e nos primeiros trimestres deste ano. Ele lembrou que as expectativas mais longas do mercado para a inflação estão estáveis, mas ainda acima da meta: em 3,5% para 2025, 2026 e 2027, ante um objetivo contínuo de 3,0%.

Às 9h25, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2025 marcava 10,315%, de 10,308% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2027 subia para 10,110%, de 10,059%, e o para janeiro de 2029 avançava para 10,550%, de 10,491%. O juro da T-note de 10 anos exibia taxa de 4,340% (de 4,355%) e o do T-bond de 30 anos marcava a 4,512% (de 4,514%).

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