IPC-S sobe 0,18% na 3ª quadrissemana de dezembro ante alta de 0,25% na 2ª quadri

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,18% na terceira quadrissemana de dezembro ante alta de 0,25% na segunda leitura do mês, informou nesta terça-feira, 26, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumula alta de 3,44% em 12 meses, menor do que os 3,51% registrados na quadrissemana anterior.

Cinco das oito classes de despesas que compõem o indicador registraram decréscimo em suas taxas de variação nesta leitura, com destaque para Despesas Diversas (1,26% para 0,07%), puxado pelo item serviços bancários (2,34% para 0,15%).

Houve desaceleração também de Educação, Leitura e Recreação (0,96% para 0,67%),

Habitação (0,32% para 0,23%), Saúde e Cuidados Pessoais (-0,29% para -0,31%) e Comunicação (-0,33% para -0,35%), sob influência de passagem aérea (4,13% para 2,98%), aluguel residencial (0,77% para 0,43%), medicamentos em geral (0,10% para -0,04%) e tarifa de telefone residencial (-1,95% para -2,58%), respectivamente.

Em contrapartida, houve aceleração em Alimentação (0,49% para 0,60%), Vestuário (0,03% para 0,25%) e Transportes (-0,13% para -0,10%), pressionados por arroz e feijão (3,89% para 4,90%), cintos e bolsas (0,73% para 1,30%) e gasolina (-1,20% para -0,92%).

Influências

As maiores influências para baixo sobre o IPC-S da terceira quadrissemana de dezembro partiram de perfume (-9,50% para -6,60%), gasolina (-1,20% para -0,92%) e tomate (-6,60% para 6,28%), junto com desodorante (-3,42% para -5,14%) e manga (-12,93% para -12,57%).

Já as maiores pressões para cima vieram dos itens passagem aérea (4,13% para 2,98%), batata-inglesa (13,52% para 16,76%) e taxa de água e esgoto residencial (1,78% para 1,87%), seguidos por plano e seguro de saúde (0,65% para 0,65%) e banana-prata (10,11% para 11,59%)

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