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Segunda-feira marca fim do primeiro lock-up das ações da Vivara após IPO

25/11/2019 09h57

A segunda-feira marca a data do primeiro lock-up após a oferta inicial de ações realizada pela Vivara (SA:VIVA3) em outubro. A restrição de venda dos papéis, que neste caso é para as pessoas físicas, foi estreada pela varejista de joias na ocasião de seu IPO.

Desde de sua estreia na bolsa em 11 de outubro, os papéis da Vivara (SA:VIVA3) acumulam perdas de 3,36%, sendo que foi negociada a R$ 23,30 no fechamento do pregão da última sexta-feira.

A edição de domingo da Coluna do Broadcast, do jornal O Estado de S.Paulo, destaca que a ideia para colocar essa restrição na oferta no segmento de varejo foi para evitar um grande movimento dos compradores de ação na oferta, que venderiam os papéis logo em seguida, o que gera pressão no preço dos ativos, conhecido como flippers.

Na oferta de ações da Vivara (SA:VIVA3), o segmento de varejo ficou com 13% dos ativos, sendo que 5% deles aceitaram o lock-up de 45 dias e 3% o de 120 dias.

A publicação destaca que, mesmo com as ações da Vivara (SA:VIVA3) pressionadas desde o IPO, o mercado espera que o lote que poderá ser vendido a partir de hoje seja bem absorvido. Principalmente após o resultado do terceiro trimestre recém divulgado, considerado positivo e, além disso, com o fim do período de silêncio após o IPO, os bancos começam a iniciar a cobertura da empresa.

Nomes como os da XP e JPMorgan, que foram coordenadores da oferta, já deram recomendação de compra, por exemplo.

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