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AGSSO: gripe é risco à segurança do trabalho

AGSSO - Associação de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional

Os dados abaixo são de responsabilidade das empresas envolvidas e não são produto jornalístico do UOL

SÃO PAULO, 26 de abril de 2016 /PRNewswire/ -- Um principais fatores de absenteísmo do trabalho, a gripe também compromete a segurança ocupacional. Mesmo um ataque leve pode reduzir a rapidez de reação de uma pessoa em 20%-40%, com sérias implicações para a segurança ocupacional. Ou seja, manter pessoas resfriadas ou gripadas trabalhando pode elevar os riscos de acidentes de trabalho. 

"É importante que as empresas usem o mapeamento de risco das funções para monitorar os colaboradores dessas áreas que contraem gripes ou resfriados. Nestes casos, o respeito ao prazo para o pleno restabelecimento da saúde deve ser visto como um item de segurança do trabalho", recomenda Januário Micelli, presidente da AGSSO- Associação de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional.

De maneira geral, a gripe é responsável por 10% das faltas. Estudos mostram que durante o ciclo da doença, o absenteísmo se eleva, indo de 0,79 a 4,9 dias de trabalho. Pesquisas indicam que custos indiretos podem chegar a US$ 15 bilhões por ano. A perda de produtividade causada pela morbidade e pela mortalidade da gripe é estimada em US$ 498 / dia no Brasil. Mesmo aqueles que contraem doenças semelhantes à gripe e permanecem em atividade ou retornam ao trabalho antes de seu pleno restabelecimento têm produtividade mais baixa.  

"Não deixar de trabalhar quando se está resfriado ou gripado e retomar as funções antes do término do ciclo da doença são práticas que devem ser combatidas", destaca Januário Micelli.  "Além de produzirem menos, esses profissionais elevam o risco de disseminação da doença para seus colegas", lembra.

O recente surto do vírus H1N1 está elevando a busca pela vacina. "A Organização Mundial de Saúde recomenda a vacinação preventiva, especialmente de pessoas em situação de risco ou maior fragilidade. Pois bem: trabalhadores que desempenham suas funções em locais fechados, com ar condicionado e, portanto, ventilação restrita, estão claramente no grupo de risco", alerta Paulo Zaia, diretor da AGSSO. "Por isso, a vacinação preventiva não pode ficar de fora do calendário e do orçamento das empresas", conclui.

Mas há outras medidas que também devem ser adotadas. "Seja em casa ou no trabalho, as pessoas devem manter os ambientes arejados, lavar sempre as mãos ou higienizá-las com álcool gel e usar lenços descartáveis para espirrar ou tossir", recomenda Zaia. "No caso de empresas com restaurantes industriais, é importante reforçar, no cardápio, a presença de alimentos com vitamina C, como sucos naturais e frutas na sobremesa", destaca.

Contato:

(11) 4625-0605

www.agsso.org.br

FONTE AGSSO - Associação de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional

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