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Pesquisa da Pfizer aponta ruídos na comunicação entre pacientes e médicos

Pfizer

Os dados abaixo são de responsabilidade das empresas envolvidas e não são produto jornalístico do UOL

SÃO PAULO, 31 de agosto de 2016 /PRNewswire/ -- Estabelecer um bom diálogo e uma relação de confiança com o médico é fundamental para os pacientes crônicos, que necessitam de acompanhamento contínuo. Mas há fatores que podem provocar ruídos nessa comunicação, como mostra pesquisa realizada pela Pfizer envolvendo médicos e pacientes com artrite reumatoide de 15 países, entre eles o Brasil.

O levantamento, chamado NARRATIVA, ouviu 1.736 reumatologistas e 3.987 adultos com artrite reumatoide moderada a grave, uma doença autoimune inflamatória e progressiva que afeta as articulações e pode causar rigidez, desgaste ósseo e incapacidade funcional. Do total de participantes, 324 pacientes e 150 médicos são brasileiros.

Se 66% dos reumatologistas ouvidos dizem que os pacientes nem sempre são sinceros sobre sua saúde, pois alegam que estão "bem o suficiente" embora a doença esteja em plena atividade, os pacientes alegam que sentem-se intimidados diante do profissional. No Brasil, 72% dos pacientes dizem que não se sentem confortáveis para discutir preocupações com seus médicos, ante 61% da média geral dos países. Além disso, 37% dos brasileiros acreditam que, se fizerem muitas perguntas, serão considerados pacientes difíceis.

O cruzamento entre pontos de vista de médicos e pacientes também evidencia percepções conflitantes sobre tratamento. Se na visão de 89% dos médicos o tratamento é bem-sucedido quando leva à remissão da doença, para 60% dos pacientes o sucesso significa redução do inchaço ou da inflamação nas articulações. Além disso, no Brasil 74% dos médicos dizem que muitos pacientes parecem conformados com pequenas melhoras, mesmo quando conhecem alternativas mais eficazes, porque acreditam que dor e incapacidade façam parte da doença.

Embora não exista cura para artrite reumatoide, há medicamentos capazes de diminuir sua atividade, prevenindo danos irreversíveis. Entre eles está Xeljanz (citrato de tofacitinibe), da Pfizer, que marca o surgimento de uma nova classe de medicamentos para a doença. No Brasil desde 2015, Xeljanz apresenta um mecanismo inovador que age dentro das células, inibindo a janus quinase, uma proteína importante nos processos inflamatórios característicos da enfermidade. Trata-se do primeiro tratamento oral, não biológico, do tipo DMARD (medicamentos modificadores do curso da doença), sintético e alvo-específico para essa enfermidade dos últimos dez anos.

Mais informações: (11) 3643-2785

FONTE Pfizer

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