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Com regras mais rígidas, 5,7 milhões deixarão de receber auxílio

Imagem ilustrativa do app Caixa Tem, onde beneficiários podem consultar a situação do auxílio emergencial - Viviane Lepsch/Zimel Press/Estadão Conteúdo
Imagem ilustrativa do app Caixa Tem, onde beneficiários podem consultar a situação do auxílio emergencial Imagem: Viviane Lepsch/Zimel Press/Estadão Conteúdo

Antonio Temóteo

Do UOL, em Brasília

29/09/2020 15h31

O secretário-executivo do Ministério da Cidadania, Antônio Barreto, afirmou nesta terça-feira (29) que 5,7 milhões de beneficiários do auxilio emergencial de R$ 600 não terão direito ao auxílio de R$ 300.

No início de setembro, o governo federal confirmou o chamado "auxílio emergencial residual", que são no máximo quatro parcelas com valor reduzido para R$ 300 cada. Os critérios para se ter direito a essas parcelas são mais duros do que o das cinco primeiras, de R$ 600 cada.

O governo excluiu presos em regime fechado e brasileiros que moram no exterior. Também atualizou o critério de renda com base na declaração do IRPF de 2020 e tirou o auxílio de quem foi incluído como dependente.

Além disso, a nova regra permite que o governo verifique todo mês se a pessoa conseguiu emprego com carteira assinada ou se passou a receber algum benefício previdenciário que impede o recebimento do auxílio. Nesses casos, o governo deverá cortar o pagamento das próximas parcelas.

Barreto ainda afirmou que 250 mil processos tramitam no Judiciário com pedidos para receber o auxílio emergencial.